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É divertido brincar de ser quem não somos

Para um bem maior

Ela estava perdida, estava completamente sozinha, largada, abandonada, rejeitada, ninguém a queria, ninguém lançava mais do que dois olhares a ela, era quase invisível, e quando alguém a notava tudo que se havia nos olhares era desprezo, medo.

"Que criança esquisita"

As vozes perseguiam a todo lugar que ia, ela estava sobrevivendo apenas de restos jogados ao chão, de roubos pequenos, mas não tinha mais forças para roubar e ninguém mais jogava restos para ela, as lixeiras estavam em escassez. Não havia mais nada para a pobre Channel. Se sentou perto de um pedaço de papelão roubado, tentando não pensar na barriga roncando, tentando não pensar sobre o frio ou a exaustão que percorria seu corpo, ela estava faminta, estava com frio e mais do que tudo estava cansada. Quando fechou os olhos tudo que pensou era que o mundo havia sido cruel com ela e que morreria como um fantasma.

Morreria como se nunca tivesse exist

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