Patrícia Brandão

Logo depois do nosso "pequeno" exercício Bruno fez questão de me levar para casa, ainda era cedo, nenhuma pessoa além do gerente da boate presenciou a gente sair lado a lado, só esperava que minha mãe também não visse a gente chegar junto, ela ficaria estérica. Não conversamos o caminho, foi tudo um silêncio, mas um silêncio agradável.

Não conversamos depois que chegamos, eu estava atrasada para meu compromisso aos domingos, Beatriz estava me esperando.

***************

- Você deu pro Bruno! — Beatriz gritou, enquanto dava pulinhos de comemoração no meu quarto.

- Eu estou chocada e tão orgulhosa de você! -

Eu ri quando ela veio em minha direção, para me abraçar.

Havíamos acabado de chegar do orfanato em que fazíamos trabalho voluntário e a tarde tinha sido intensa. Quase não havíamos nos falado para contar uma à outra o que havíamos feito depois que nos separamos na festa. Era o primeiro dia do ano e preparamos uma refeição especial para as crianças em situação de rua num abrigo do or
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