Capítulo 22

A tela do celular me encarava de volta, os números brilhando como uma pequena vitória inesperada. R$ 25.000. Eu pisquei algumas vezes, tentando processar aquilo. Era muita grana junta, muita! Senti um frio no estômago, um misto de euforia e medo. Com aquela quantia, eu podia finalmente respirar, ao menos por um tempo. O dinheiro parecia uma solução imediata, mas, ao mesmo tempo, um lembrete das escolhas que eu fizera para tê-lo.

— Olha isso, Teri — falei, mostrando o celular para ela. A sensação era tão surreal que eu precisava de uma segunda opinião, quase para garantir que aquilo não era um erro.

Teri, largada no sofá como se o mundo estivesse em câmera lenta para ela, olhou de relance, os olhos semicerrados pela preguiça.

— Nada mal, hein? — ela disse com um sorriso preguiçoso. — Agora entendo por que o Lorenzo parecia ter ganhado na loteria ontem. Aposto que ele ficou com a metade.

Eu me sentei ao lado dela, ainda com a sensação de que aquilo era irreal. Vinte e cinco mil. Era mui
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