Esconderijo

Os dias se arrastavam, Claud havia conquistado o coração dos meus pais com seu carisma peculiar. Não era surpresa; o “desgraçado” tinha um jeito abestalhado de ser que cativava a todos.

Mas eu? Eu ainda estava inquieto. Cada barulho estranho me deixava em alerta, e a tensão era insuportável. Não conseguia mais viver assim.

Ao cair da tarde, encontrei minha esposa. Os olhos dela refletiam a mesma preocupação que eu sentia. Já havíamos decidido: partiríamos naquela noite, levando nossos filhos conosco. Claud ficaria para trás, protegido pelos meus seguranças.

O carro estava pronto, as malas arrumadas. O destino? Um lugar distante, onde pudéssemos respirar com mais tranquilidade, sem a apreensão de cada som ouvido. A noite seria nossa aliada, e a estrada, nosso refúgio.

Enquanto olhava para o horizonte, senti uma mistura de alívio e apreensão. Com o motor ronronando suavemente, partimos. Meus filhos dormiam no banco de trás, alheios ao mundo que deix
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