Capítulo 30

Marina

Eu não sabia o que era pior, passar toda a noite num desconforto sem fim, ou acordar e perceber que ele não estava ali. Era assustador como depois de apenas uma noite em seus braços — no qual apenas dormimos —, ficar tão dependente do seu calor.

Tomei um café reforçado para espantar o sono. E fui chamar o Edu. Estávamos atrasados, ele nem tinha dado as caras. Bati e entrei. Estava deitado na cama, com os braços cobrindo os olhos. Levantou a cabeça e sentou.

— Já está na hora?

Assenti, ele pegou a mochila passando por mim num desânimo enlouquecedor. Na noite anterior ele estava estranho, desde que veio da casa da Cibele. Será que aconteceu alguma coisa?

Fomos andando devagar. Então ele soltou:

— Eu contei pra Cibele sobre a Tatiana. — Arregalei os olhos e ele continuou: — Ela n

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