— Criança, preciso que se acalme. — Althea aproximou-se de Sigmund. — Respire fundo. Você ficará bem! — Sorriu.
Ela observou o pequeno corte em seu rosto, feito pelo bojo da taça.
Tomou a base da mão de Sigmund e o abraçou, pegando-o no colo.
— Concentre-se na minha voz! — sussurrou Althea, pondo a base na mesa. — Encheremos os pulmões com ar… devagar… e soltaremos o ar…
Ela respirou devagar, estimulando Sigmund a realizar o mesmo.
Ele deitou a cabeça em seu peito, repetindo o exercício dev