CAPÍTULO 6

A presença de Azrael era como uma sombra que pairava sobre mim, e a sensação de que ele podia aparecer a qualquer momento me deixava inquieta.

Mas, enquanto eu estava ali, sozinha com meus pensamentos, uma coisa ficou clara: Eu não podia continuar assim, à mercê dos caprichos de um anjo obsessor.

Não podia permitir que ele continuasse a me controlar, a me aterrorizar. Eu precisava reagir, descobrir mais sobre ele e, de alguma forma, encontrar uma maneira de impedi-lo.

No dia seguinte, após uma noite de sono conturbada, decidi que precisava visitar minha avó novamente.

Ela sempre foi uma mulher sábia, conhecedora das antigas tradições e lendas que cercavam nossa família.

Se alguém pudesse me ajudar a entender o que estava acontecendo, seria ela.

A caminhada até a casa da minha avó foi rápida, mas cada passo parecia ser guiado por uma determinação nova, como se o próprio ato de me mover em direção a ela já fosse um desafio contra Azrael.

Ao chegar, ela me recebeu com um sorriso acol
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