Os braços e mãos pesavam em cima das coxas e dos quadris dela, mantendo-a no lugar enquanto se dedicava ao que estava fazendo. Criar seu próprio ritmo. Ela ofegava com mais profundidade e prazer, ao sentir ele deslizar a língua bem no meio e envolvia completamente o clitóris, inchado e tão sensível. Roubava um gemido mais alto. Ele era incrível, mais do que ela podia esperar.
Sua língua era tão habilidosa, sensível e ágil quanto tudo que experimentou com ele, e com uma paciência determinada com que lambia, chupava e roçava o nariz na carne úmida dela.
— Max… — Murmurava.
Ouvir o próprio nome sendo chamado em meio aquele delicioso gemido a recompensou, chupou o clitóris dela com mais vontade, Lola não conseguia mais ficar parada.
Ergueu os quadris,
Os lábios molhados de Max se arrastavam pelo corpo todo, sem pressa até voltar a encontrar a boca dela e com aquele sorriso de quem ainda aproveitava a sensação do melhor orgasmo que se lembrava. Mesmo assim não recusava aquele beijo, tinha o próprio gosto naquela boca molhada, sugava a dele com vontade como se quisesse sentir o mesmo prazer que ele sentiu quando a fez gozar com perfeição.– Eu sabia que você era gostosa, mas isso. É melhor do que imaginei. – Ele mal conseguia tirar a boca dela, ainda tinha as mãos tocando o corpo e gostava de ver aquele sorriso de quem estava mais que satisfeita e pronta para mais.– Andou imaginando muitas coisas comigo, meu príncipe. – Ela tremia quando acariciava a pele, a curva dos seios e solt
A boca dela era tão molhada, macia e quente, sentia a língua roçando por ele inteiro enquanto pulsava de uma forma tão leve que o fez arrepiar e levantar a cabeça pedindo fôlego. Mas ela era preguiçosa, assim como fora antes, deixava os movimentos mais longos e profundos, tão apertado, sugava e pressionava bem os lábios em torno a cada vez que tentava encher e pôr a boca, como se pudesse engolir por inteiro.Mas se contentava com o latejar constante, no corpo se movendo sobre as mãos dela em um novo delirar.Naquele exato momento, Max entendeu o quanto estava ferrado com aquela mulher, e ela com certeza não sairia dos seus pensamentos tão cedo.Apenas afastou o cabelo do rosto, para ter uma visão melhor daquele show. Assim como a sua boca, gulosa, que se esforçava, teimava em tent
Ninguém tinha se preocupado com o tempo e havia passado, se eram minutos ou horas que estavam um agarrado no outro. Só buscando relaxar e se acomodar juntos na cama.Até Max ter uma ideia que parecia inofensiva e propor tomar um banho juntos, Lola sabia como terminara ao longo da madrugada, e assim que entrou no banheiro e viu a banheira, era tão boa que era para o momento.Que nem resistiu, beirando o clichê que fez os dois rirem.– Pedi serviço de quarto para a gente. Vou encher a banheira. – Ele sorria orgulhoso pelo fato do plano tomar forma, ela nem questionava enquanto ganhava mais alguns beijos e o abraçava.Não seria ela que ia dizer que era exagero.
— Oi, para você também, Patrícia. – Ela estava totalmente arrependida de ter atendido aquela ligação. Claro que Max ouvira, de tão alto que ela falava. Já imaginava o olhar e a risada dele, quando o encontrasse na banheira.— Eu estou bem, e no hotel. Olha. — Virava lentamente a câmera para o quarto — Não tem que se preocupar, só fiquei um pouco ocupada. — Lola estava sentada na cama um pouco longe do banheiro, enquanto pedia à amiga para se acalmar e explicava que estava no quarto e não podia conversar muito naquele momento.— Imagino a sua ocupação, esse rímel borrado e a bagunça que está no seu cabelo. Deve ser muito importante, para ter tomado todo seu tempo. — Paty sabia
Lola não era o tipo que queria atenção e holofotes. Tinha o perfil discreto e cuidadoso, somente buscando o melhor para si sem validação alguma de quem nem conhecia. Ele faria de tudo para evitar que algo do tipo acontecesse. Mas para ele estava claro que queria ver lá novamente, vinha pensando desde o momento que acordou ao lado dela mais cedo, ter outra oportunidade e que não fosse somente em uma cama de hotel.Queria mostrar a ela, o mundo dele, da mesma forma. Ao mesmo tempo que ainda acariciava o rosto dela com cuidado, a ponto de se mostrar aberta e com mesmo interesse. E por um momento pensar sobre a possibilidade. – Eu topo. – Ela beijava a palma da mão que apoiava o rosto gentilmente. – Mas isso não quer dizer que já vou conhecer sua família? Ou que já estamos namorando? –– Não, isso não. – Até Max ia querer evitar aquele encontro com sua mãe e principalmente seu irmão o máximo possível. – Só definindo os próximos encontros? – A dúvida pairava sobre como deveriam chamar
Então Ellora, lhe contou como conheceu Patrícia no ginásio, como amiga, sempre a metia em loucuras, principalmente tentando tornar Lola menos nerd e mais popular, palavras delas. Mas as duas se completavam. Somado ao fato de serem de famílias brasileiras, se entendiam como ninguém e, com o tempo, a maturidade veio e tudo se tornava mais fácil. – Sempre achei que você seria uma daquelas meninas populares e amadas por toda a escola e até líder de torcida. – Max oferecia outro morango na boca dela, que sorria com toda a delicadeza e se divertia enquanto contava a própria história. – Eu fui cheerleader nos 2 últimos anos do colégio, mas só para ganhar pontos extras para a faculdade e eu adoro dançar, as acrobacias eram divertidas. Foi bem legal. Era ótima. – Ela mesma apoiava na borda da banheira com um olhar orgulhoso e até levantava o queixo para reafirmar. – Ah! Vai ter que fazer um número para mim. Por favor! – Ele já imaginava usando o uniforme de Cheerleader e sendo levantada
Na manhã seguinte, era o dia em que Max deveria ir embora e, no fundo, os dois sentiam o peso do fim da pequena aventura do final de semana. Até se esqueciam por aquelas horas da vida alheia que os esperavam.Quando Ellora abria os olhos, eram os dele que encontrava analisando cada detalhe do seu rosto e os dedos mais uma vez gentis passeavam por ele.– Acordado faz tempo? – Ela falou tão baixo, que quase parecia um segredo. — Não, só alguns minutos. Mas deixei você dormir um pouco mais. – O sorriso dele parecia pacífico, assim como os olhos.– Quer descer para tomar café? – Ela não sabia quanto tempo levou, mas a última coisa que ouvia enquanto estava por cima dele outra vez, o beijando por completo, era Max pedindo que olhasse nos olhos dele, enquanto gozava.O sorriso de satisfação dele era indescritível quando a via se desmanchando com os toques das mãos, incentivando-a a continuar se movendo e rebolando devagar até ele mesmo se entregar com os lábios colados nos dela, sussurrando novamente o nome e o quanto era gostosa.Ellora ficou longos minutos deitada no peito de Max como se não quisesse se separar, ele sentia o mesmo. Até o sexo teve um sabor de despedida.Apenas acariciava as costas lentamente, entre sussurros e risadas, até ouvir as batidas na porta, era o café da manhã sendo entregue.Comeram juntos no quCapitulo 61