Molhadinha

As mãos firmes afastaram os joelhos de Luísa, forçando-a a se abrir para ele. O olhar faminto percorria cada curva exposta, enquanto os lábios traçaram um caminho lento e pecaminoso por sua pele arrepiada. Ele espalhou beijos ao longo de sua coluna, enquanto os dedos ágeis exploravam o centro pulsante, deslizando pelo botão intumescido, pressionando-o, brincando com a umidade generosa que se acumulava ali. O corpo dela se arqueou, um gemido entrecortado escapando de seus lábios.

— Molhadinha… — a voz grave veio carregada de desejo.

A glande tocou sua entrada latejante e ele deslizou devagar, provocando-a, fazendo-a sentir cada centímetro se embrenhando em sua carne quente e receptiva. Recuava, deixando somente a ponta, para então se afundar novamente, mais fundo, mais intenso.

Grunhiu contra os fios loiros, completamente tomado pelo tesão. Movia-se em círculos dentro dela, estimulando-a de todas as formas, fazendo-a estremecer a cada investida. A posse era completa, impiedosa, um jogo
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