Capítulo 63
— Íris, você tem esse hábito de roubar, então não me surpreende, mas eu certamente não. — Mônica lançou um olhar de desdém para ela. — O cartão foi o Tomás quem me deu, e o Sr. Rubem sabe disso. Ele autorizou.

Íris cerrou os dentes de raiva. “Como o Tomás nunca deu um cartão desses para mim?”

Logo em seguida, Mônica comentou, surpresa:

— Não me diga que você estava aí fora mexendo no celular porque não tem o cartão para entrar?

— Claro que eu tenho! Só esqueci em casa e não queria voltar para pegar! — Íris rebateu, com o pescoço erguido, cheia de orgulho. — Na verdade, eu vim aqui para vigiar você. Não quero que faça nada de errado com o Rubem!

Mônica respirou fundo.

— Íris, as coisas não são como você pensa...

Antes que pudesse terminar, a porta da casa se abriu com o cartão, e Íris, em dois passos rápidos, se esgueirou para dentro, lançando um último aviso:

— Não pense que só porque você dormiu com o Rubem uma vez pode fazer o que quiser. Eu vou ficar de olho em você!

Ah, tanto fa
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