XXV. Entre a Fera e o Príncipe
A noite anterior ainda estava gravada na pele de Dominic. O corpo de Serena estava marcado pelos rastros de sua devoção, assim como o dele próprio carregava os vestígios da paixão feroz que haviam compartilhado. Eles haviam feito aquilo diversas e diversas vezes, até que ambos estivessem completamente exaustos. Só quando o último resquício de desejo foi saciado e os corpos estavam incapazes de continuar, finalmente cederam ao sono.Quando o sol começou a invadir o quarto pelas frestas da cortina, Dominic despertou primeiro. Seu olhar pousou imediatamente sobre Serena, ainda adormecida ao seu lado. Seu peito subia e descia em um ritmo tranquilo, os cabelos bagunçados espalhados pelo travesseiro, os lábios entreabertos, convidativos.Por um momento, ele se permitiu apenas observá-la.Era estranho como aquela mulher conseguia fazê-lo sentir tanto ao mesmo tempo. Ela o levava ao limite – no desejo, na fúria, na necessidade incontrolável de tê-la por perto. E, ao mesmo tempo, o fazia sentir
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