Todos los capítulos de A ESCOLHA IMORTAL: AMOR, SANGUE E PROMESSAS : Capítulo 21 - Capítulo 30
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Entre Sobras (Parte 4)
Laura colocou a mão sobre a de Emma, os olhos cheios de esperança. — Vai ser bom para você, querida. Jacob é família, e eu estarei com você o tempo todo.Emma respirou fundo, o olhar perdido na madeira polida da mesa. — Eu... vou pensar.Tom assentiu, seu tom paciente, mas firme. — Pense, mas não demore. Quanto mais tempo você fica assim, pior será.Os momentos que se seguiram foram preenchidos por um silêncio pesado, carregado de sentimentos não ditos. Emma sabia que precisava tomar uma decisão, mas cada opção parecia igualmente assombrosa.Finalmente, ela ergueu os olhos para seus pais. — Tudo bem, eu vou. — Sua voz era hesitante, mas havia uma firmeza subjacente que eles reconheceram.Laura sorriu suavemente, enquanto Tom parecia aliviado. — Ótimo. Vamos cuidar dos detalhes. — Ele se levantou, ajeitando o casaco. — Voltamos mais tarde para te levar ao aeroporto.Emma os acompanhou até a porta, sentindo um misto de gratidão e ansiedade. — Obrigada... pelos conselhos.— Somos seus pa
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Entre Sombras (Parte 5)
O barulho do carro parando na entrada a trouxe de volta à realidade. Tom e Laura estavam de volta, prontos para levá-la ao aeroporto. Emma pegou sua mala e desceu as escadas, o coração acelerado enquanto Maya a observava com um olhar tranquilizador.— Boa sorte, senhorita. — Maya disse, segurando a porta aberta. — E lembre-se, qualquer tempestade é mais fácil de enfrentar com um guarda-chuva na mão.Emma sorriu levemente. — Obrigada, Maya. Cuide da casa pra mim.Entrando no carro, Emma notou o silêncio que dominava o ambiente. Laura sentou-se ao lado dela, enquanto Tom dirigia. O caminho até o aeroporto foi tranquilo, mas cada quilômetro parecia pesar no peito de Emma.Ao chegarem ao aeroporto, o jato particular da família já os aguardava, imponente sob o céu azul. A tripulação deu boas-vindas, carregando as malas enquanto Laura e Emma subiam as escadas do avião.Quando se acomodaram, Laura lançou um olhar curioso para a filha. — Emma, Paris será o nosso momento. Você precisa disso...
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Sob o céu de Paris (Parte 1)
O avião deslizou suavemente sobre a pista de Le Bourget, como um pássaro pousando graciosamente após um longo voo. A luz pálida da manhã atravessava as nuvens baixas, refletindo-se nas asas metálicas, enquanto Emma inclinava a cabeça para a janela. Lá estava ela novamente, Paris — uma cidade que parecia congelada no tempo, com seu charme eterno e uma promessa de mistérios escondidos nas esquinas sombreadas.Emma apertou a alça da bolsa no colo, um hábito que ela nem percebia mais. Seus olhos capturavam a paisagem com uma mistura de familiaridade e inquietação. Paris sempre fora assim para ela: ao mesmo tempo um lar e um labirinto. As memórias vinham como flashes — passeios infantis pelas margens do Sena, o riso de sua mãe, Laura, ao som dos músicos de rua, e, claro, o olhar sempre atento do enigmático tio Jacob Countach.Laura ajeitou o vestido creme, com um toque de nervosismo escondido atrás de sua postura elegante. Ela olhou para Emma e tentou um sorriso leve.— Pronta para reencon
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Sob o Céu de Paris (Parte 2)
Ele conduziu-as até a margem do Sena, onde os barcos deslizavam preguiçosamente pela água. Jacob apontou para a Pont Neuf. — Irônico, não? Pont Neuf significa "ponte nova", mas é a mais antiga de Paris. Construída por Henrique IV, que queria que este fosse um lugar de encontro para todos, sem distinção de classe.Laura, intrigada, interrompeu. — Você parece saber tudo, Jacob.Ele sorriu de canto. — É Paris, minha querida. Para amá-la, você deve conhecê-la.Jacob continuou a guiá-las, cada passo pelas ruas de paralelepípedo acompanhado por histórias e curiosidades. Na Champs-Élysées, ele falou sobre como Napoleão encomendou o Arco do Triunfo como uma celebração de suas vitórias. No Louvre, contou sobre o roubo da Mona Lisa e como ela foi recuperada anos depois, tornando-se a pintura mais famosa do mundo.Ao cair da noite, eles chegaram à Torre Eiffel, que brilhava como se cada luz carregasse um pedaço da alma de Paris. Jacob virou-se para Emma. — E aqui está, o coração pulsante de to
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Sob o Céu de Paris (Parte 3)
Depois de algumas mordidas silenciosas, Emma percebeu que ele estava observando-a mais do que o necessário. Algo no olhar de Jacob a inquietava, mas ela disfarçou, focando no prato à sua frente.O jantar continuou com outros pratos igualmente elaborados: ratatouille, uma harmonia colorida de vegetais, e, para finalizar, crème brûlée. Quando a superfície caramelizada da sobremesa foi quebrada, o som da colher contra o topo crocante parecia ecoar pela sala.Jacob levantou sua taça mais uma vez, agora com um olhar enigmático que combinava perfeitamente com o ambiente .— À família, — disse ele, sua voz soando como uma melodia. — E a Paris, que continua sendo o palco perfeito para todas as grandes histórias.Emma ergueu sua taça, mas não pôde evitar a sensação de que ele estava se referindo a algo mais do que as ruas e monumentos da cidade. Havia um mistério em suas palavras, um subtexto que ela ainda não conseguia decifrar. Ela sorriu educadamente, mas enquanto tomava um gole do vinho.A
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Sob o Céu de Paris (Parte 4)
— Você é o melhor. Amo você, pai.— Também te amo, Emma. E amor, cuida da nossa menina, hein?— Sempre, Tom. Sempre. — Laura respondeu com um sorriso.Depois de desligar, Emma se sentou na cama, sentindo uma sensação de leveza invadir seu corpo. Mesmo em uma cidade tão encantadora quanto Paris, era o calor da presença de sua família que realmente tornava tudo mais significativo.Laura, sua mãe, estava sentada ao seu lado, folheando uma revista de moda francesa. Ela parecia tranquila, mas ainda com aquele olhar atento, como sempre. Emma a observou com carinho e sorriu suavemente.— Mãe, você nunca me contou muito sobre a sua época em Paris. — Emma perguntou, curiosa, com a voz baixa, já sentindo o peso da noite se aproximando.Laura ergueu os olhos da revista, parecendo se perder nas lembranças por um momento. — Ah, sim... Antes de Nova York, passei um tempo aqui com o seu pai. Foi uma época maravilhosa. Paris tem algo de mágico, não é? Eu sempre amei essa cidade. É como se cada rua, c
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Sob o Céu de Paris (Parte 5)
Primeiro, passaram por uma boutique de alta costura, e Jacob os acompanhava com sua elegância sempre impecável, vestindo um terno de corte perfeito. Ele sorriu para Emma, seus olhos negros brilhando, como se fosse natural para ele estar rodeado por luxo e beleza.— Ah, Emma, esta loja foi feita para você. — Jacob disse com um sorriso divertido. — Experimente algo. Paris é o lugar para nos perdermos nesses pequenos luxos.Laura se acomodou em uma cadeira próxima, sorrindo com cumplicidade enquanto Emma entrava na loja. Lá dentro, os tecidos sedosos, as cores vibrantes e os acessórios brilhantes pareciam contar uma história própria. Emma escolheu um vestido de seda cor-de-rosa, que realçava suas feições delicadas. Quando se olhou no espelho, ela se sentiu como uma personagem saída de um conto de fadas moderno.— Uau... você está deslumbrante, Emma. — Jacob disse, um toque de admiração em sua voz.— Você tem razão, Jacob. Esse vestido é perfeito. — Emma sorriu para si mesma no espelho, s
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Sob o Céu de Paris (Parte 6)
— Agora, se você quer ser realmente parisiense, precisa de sapatos que falem por si mesmos. — Jacob anunciou enquanto segurava a porta aberta para ambas.Dentro, Emma se viu cercada por prateleiras de couro reluzente, saltos altos que pareciam esculpidos à mão, e botas que exalavam um estilo atemporal. Jacob e Laura se moveram como se aquele ambiente fosse uma extensão natural deles, enquanto Emma olhava ao redor com uma certa reverência.— Experimente esses. — Jacob indicou um par de botas pretas com um salto discreto, mas elegante, passando-as a Emma. — São sofisticadas, mas funcionais. Não é só a estética que conta, é a durabilidade.Emma deslizou o pé em um dos pares e se levantou, sentindo a combinação perfeita de conforto e beleza.— Jacob, você deveria abrir uma consultoria de moda. — Ela brincou, girando levemente no espelho para ver o ângulo das botas.Ele ergueu uma sobrancelha, um pequeno sorriso no canto dos lábios. — Não preciso. Eu já sou consultado naturalmente.Laura r
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Sob o Céu de Paris (Parte 7)
— Você só pode estar brincando, Jacob. Treinar a Emma? Está esquecendo de quem ela é? Minha filha não é um vampiro comum. Ela é muito mais forte que qualquer um de nós, inclusive você.Jacob inclinou a cabeça levemente, o sorriso discreto permanecendo em seus lábios. Ele parecia imperturbável diante da preocupação da irmã, como se já tivesse calculado todos os riscos e decidido que o benefício superava qualquer perigo.— E é exatamente por isso que ela precisa aprender controle. — Ele disse, dando de ombros com uma tranquilidade quase irritante. — Não é sobre força, Laura, é sobre equilíbrio. Emma tem um potencial... único, e não podemos ignorar isso.— Controle? — Laura repetiu, a incredulidade marcando suas palavras. — Se ela perder o controle, Jacob, nenhum de nós seria capaz de detê-la. Nem você.Emma, que até então assistia à troca com uma mistura de curiosidade e nervosismo, finalmente interveio. — Eu ainda estou aqui, sabia? — Ela disse, tentando aliviar a tensão com um sorriso
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O Chamado das Sombras (Parte 1)
Emma sentiu suas pernas fraquejarem. Seu corpo inteiro foi tomado por uma onda de fraqueza intensa, como se toda a energia tivesse sido sugada de dentro dela. O mundo ao seu redor girou, e a última coisa que ouviu antes de sucumbir à escuridão foi o som distante da voz de sua mãe chamando por ela.Quando abriu os olhos novamente, tudo ao seu redor era um véu de sombras e luz. Um nevoeiro denso cobria o chão, oscilando como se tivesse vida própria. Emma tentou se mover, mas sentiu suas pernas pesadas, como se estivessem presas a algo invisível. O desespero cresceu em seu peito, e ela abriu a boca, gritando por socorro.— Alguém! Por favor! — Sua voz ecoou no vazio, sem resposta.Emma abriu a boca novamente, soltando um grito mais alto, mais de
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