— Não... — Emma murmurou, a voz tremendo. O medo tomou conta dela de forma avassaladora, enquanto as águas do rio cresciam, ameaçando transbordar. — Não posso controlar...Varyon, porém, não se moveu. Seus olhos dourados nunca deixaram os dela. Ele estava em silêncio, observando, esperando. Emma sentiu um calafrio percorrer seu corpo, e, de repente, Varyon fez um movimento sutil. Um olhar. Apenas um olhar direto e penetrante.Imediatamente, a agitação ao redor de Emma parou. A água, que antes estava prestes a se tornar uma torrente impetuosa, voltou a se acalmar, as correntes novamente suavizando. O poder que ela sentia dentro de si, que quase a dominava, desapareceu, como se um fio invisível tivesse sido cortado.Ela olhou
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