Todos los capítulos de Volto com um filho, meu ex me quer de volta : Capítulo 41 - Capítulo 50
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capítulo 41
Isabele saiu do banheiro, envolta em uma toalha felpuda, sentindo-se mais relaxada e limpa após o banho. Queria se distanciar do contato repugnante daquele homem horrível. Enquanto percorria os corredores, abria portas de suítes e armários em busca do quarto certo. Alvaro havia mencionado que dividia a suíte com Julia, e essa informação despertou um ciúme absurdo nela. Quando finalmente encontrou o quarto, Isabele ficou paralisada ao deparar com Álvaro totalmente nu, em toda sua beleza masculina, escolhendo uma roupa no closet. Ela não conseguia desviar os olhos daquele corpo magnífico: as costas musculosas, o bumbum firme e as coxas grossas e poderosas. Ficou ali, admirando-o por um bom tempo. Era para ela estar com medo após o trauma que havia sofrido, mas Álvaro não era qualquer homem. Ele era o homem que ela amava, apesar de tudo, e ela sabia que ele nunca a forçaria a fazer algo contra sua vontade. Apesar de sentir-se um tanto louca e sabendo que poderia se arrepender depois,
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capítulo 42
Quando ele abriu a porta, tamanha foi sua surpresa ao encontrar Júlia ali, naquele horário, pois já passava das 23 horas. Ele havia mentido ao confirmar ao seu pai que ia antar com ela, na verdade tudo era um plano para sequestrar Isabele como fez Jantar com Julia nem sequer seria possível , já que ela estava fora há algumas semanas, dizendo que o motivo da sua ausência era uma viagem de negócios para fazer. Mas o fato de ela estar ali podia estragar tudo entre ele e Isabele, justamente agora que estavam começando a se acertar. — Júlia, o que faz aqui a essa hora? — Nossa, você costumava me receber mais receptivo, Álvaro. Não importava a hora que fosse. Espero que não esteja com outra na cama que dividimos por tanto tempo. — disse Júlia, entrando mesmo sem ser convidada. — Se não vai me agarrar e me levar para a cama como antigamente, pelo menos me ofereça um uísque como um bom anfitrião que sei que é. — Júlia, você ainda não respondeu minha pergunta: o que faz aqui a essa hora?
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capítulo 43
— Júlia, você me conhece muito bem para saber que eu odeio quem fica de rodeios ou com enigmas para cima de mim. Seja lá o que quer me dizer, diga logo, porra!— Sabe o Davi? aquele garotinho lindo com olhos tão azuis quanto os seus ?— O que tem o Davi? — Perguntou Álvaro, sentindo um medo terrível do que Júlia poderia lhe dizer naquele momento.— Ele é seu filho, Álvaro.Disse Julia e depois de respirar fundo com um sorriso vingativo estampado em seu rosro continuou :_Como disse eu viajei até Floripa ,fingir ser uma amiga antiga da sua querida Isa e ouvi da boca da sua tia que ela quando chegou lá estava grávida de Davi ,por tanto é só juntar as peças para saber que estou dizendo a verdade.Nesse momento, Isabele, que estava escondida no alto da escada ouvindo toda a conversa, desceu as escadas às pressas e encarou Álvaro com os olhos lacrimejantes.— Olha aí a nossa vingadora das jovens injustiçadas e oprimidas chegou... Ei, o que está fazendo com minha camisola, sua vadia? Não bas
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capítulo 44
— E eu vou tirar meu filho de você, não tente me impedir. — O quê? Então é essa sua vingança contra mim? Tentar tirar o Davi de mim? Se eu fosse você, não se daria esse trabalho, porque, para tirar meu filho de mim, só me matando. — Com o ódio que estou sentindo por você agora, até que não seria difícil. — Pensa que eu tenho medo de você e de suas ameaças? Se me matar é o que quer, então faça, Álvaro. Garanto que não terei forças contra você, se é isso que realmente quer fazer. — Isabele... Isabele, não me tente. Eu sei ser muito ruim quando tenho que ser — disse Álvaro, puxando os cabelos dela e a obrigando a encará-lo quando ela desviou os seus olhos dos dele porque não queria olhar naqueles olhos novamente porque eles ,só eles tinham o poder de destabilizá-la por completo. — Eu também sei... ou você me mata, ou me deixa ir, porque, se tentar qualquer outra coisa contra mim, que eu sobreviva , vou fazer muito pior com você depois. — Inferno! — Esbravejou Álvaro, a soltan
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capítulo 45
No dia seguinte, Isabele despertou com a luz suave da manhã filtrando pelas cortinas do quarto. Seu corpo estava exausto, e os olhos, pesados, carregavam olheiras profundas, marcas de uma noite sem descanso. A madrugada havia sido longa, marcada por pensamentos que se repetiam incessantemente e lembranças que não conseguiam ser apagadas. Ainda assim, a rotina precisava ser seguida. Davi. Seu filho, sua razão de existir. Ele era a única coisa que a mantinha de pé, mesmo quando o mundo ao seu redor parecia desmoronar. Com um suspiro profundo, Isabele se levantou, forçando seu corpo a sair da cama. O banheiro tornou-se um refúgio temporário. A água quente da ducha ajudou a aliviar um pouco da tensão, mas não apagou o peso que ela carregava no coração. Após secar-se rapidamente, vestiu um vestido floral azul e branco, a leveza do tecido um contraste cruel com o peso que sentia. Não podia se permitir fraquejar. Seus pensamentos estavam presos, no entanto, na situação de Álvaro. A
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Capítulo 46
Isabele sentia a tensão pairando no ar como uma névoa densa enquanto entrava no hospital. A dor que apertava seu peito não era mais só sua, mas de todos ao seu redor. Gabriel e Angélica caminhavam ao seu lado, mas parecia que cada um estava preso em sua própria tempestade interna. A recepção estava estranhamente silenciosa, o som abafado de passos ecoando pelos corredores frios, e o olhar da recepcionista, de uma calma distante, só aumentava a inquietação de Isabele. — O quarto 213, por favor — pediu Gabriel, a voz vacilante. A recepcionista apenas assentiu e, com um tom suave, disse que o médico que havia atendido Álvaro logo chegaria para dar mais informações. Os três se entreolharam, as expressões pálidas e marcadas pela ansiedade, e seguiram pelo corredor estreito, os pés pesando a cada passo, como se o peso da situação os estivesse arrastando. Isabele sentia um nó apertado em seu estômago, a mente envolta em uma névoa de incerteza. Mesmo com o medo que a consumia, havia alg
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Capítulo 47
— Álvaro? — ela sussurrou, com a voz rouca de quem não sabia se aquilo era real. Ele olhou ao redor, confuso, e tentou se levantar, mas a dor o fez se retrair. O olhar dele parecia perdido, como se estivesse tentando entender onde estava e o que havia acontecido. — O que... o que aconteceu? — ele perguntou, a voz fraca, mas ainda familiar. Ele tocou a testa, onde o curativo estava, e fez uma careta de dor. Isabele tentou sorrir, mas a tensão em seu corpo não deixava a expressão se formar. Ela não sabia como lidar com isso. Ele estava ali, vivo, mas havia algo em seu olhar que não estava certo. Ele parecia distante, quase como se as memórias estivessem fragmentadas. — Você sofreu um acidente, Álvaro — disse Isabele, a voz mais suave. — Você bateu a cabeça, e... ainda está se recuperando. Álvaro passou a mão pelo cabelo, tentando organizar os pensamentos, e disse, com um tom de confusão: — Eu... estou começando a me lembrar. Eu saí da minha cobertura depois de discutir co
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capítulo 48
O silêncio pairava no quarto do hospital depois que Álvaro encerrou a ligação com seu pai. O nó na garganta de sua família se desfez assim que ouviram sua voz, e ele pôde sentir a emoção do outro lado da linha. Seu pai chegou a chorar, emocionado, perguntando se ele estava bem e se lembrava de tudo. Álvaro tranquilizou-o o máximo que pôde, mas não revelou os detalhes do que realmente estava em sua mente. — Eu quero que você ou Angélica venham me buscar. Não quero ficar aqui mais tempo do que o necessário. A resposta do pai foi imediata. — Nós estamos indo, filho. Esperamos tanto para ouvir sua voz... só o que importa agora é que você está bem. Álvaro desligou o telefone e expirou longamente, fechando os olhos por um instante. Ainda sentia a confusão pairando sobre sua mente, mas dentro dele havia uma certeza inquebrantável: ele era pai de Davi. E agora que sabia disso, nada o faria abrir mão do menino. O clique da porta se abrindo o tirou de seus pensamentos. Isabele entrou,
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capítulo 49
O silêncio na sala era denso, como um fio prestes a se romper. O peito de Isabele subiu e desceu rapidamente, uma sensação de desespero apertava sua garganta. Havia algo em Álvaro que a fazia sentir uma mistura de raiva e desejo, algo que, mesmo depois de tudo o que aconteceu, ainda a deixava sem ar. Ele sempre soubera exatamente como mexer com ela, como fazer seu coração acelerar. — E você... — Álvaro começou, sua voz agora baixa, quase um sussurro. Ele olhou diretamente nos olhos de Isabele, como se procurasse pela última peça de resistência que ainda restava nela. — Vai se arrepender de ter me privado dele por seis anos. Isabele mordeu o lábio, desviando o olhar. Não podia, não queria ceder. A dor do passado ainda ardia, mas ela se recusava a mostrar vulnerabilidade. — Eu também não tenho medo das suas ameaças — ela respondeu com firmeza, tentando não deixar transparecer a insegurança que começava a se formar dentro de si. Álvaro não a desafiou mais, mas seus olhos brilh
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capítulo 50
Gabriel, que até aquele momento havia permanecido calado, sentiu o estômago se revirar. Ele não sabia o que esperar, mas a sinceridade nos olhos de Álvaro o fazia se preparar para o pior. Ele se inclinou ligeiramente para frente, como se buscando algum sinal de que aquilo tudo fosse apenas um pesadelo. — O que aconteceu, Álvaro? — Angélica perguntou, a voz quase abafada pela preocupação. — O que você fez? Álvaro respirou fundo, o ar lhe faltando nos pulmões enquanto as palavras pesadas saíam de sua boca. — Eu… eu fiz algo horrível com Isabele. Algo que eu nunca deveria ter feito. Não tenho desculpas para o que aconteceu, mas a verdade precisa ser dita,e não vou mais me calar. O ar pareceu desaparecer da sala. O rosto de Angélica se transformou, a surpresa e a dor se refletindo em seus olhos. Gabriel, por sua vez, parecia em choque, tentando processar o que acabara de ouvir. Ele olhou para o filho, a dúvida e o medo crescendo dentro dele, mas também a preocupação com o que aq
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