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21 - Um Empregado Qualquer?
— Eu ainda não tirei da cabeça que voltar a Valcolink é uma ideia errada. Não devíamos permitir isso - Kim tornou a dizer enquanto se se encostava à mesa grande do salão que usavam para as maiores e melhores festas de Christopher, mas naquele dia em especifico, ficou para começarem um plano agilmente de destruição em massa de Gael Kennedy. — No momento esquecer-se de ir lá não é uma opção. Por isso mandaremos muitos homens para que nada saia errado. Quero alguém na boate da mãe dele. Chegando lá, se espalhem e procurem saber como os negócios estão dando certo para ela. — Isso quer dizer que temos que jogar e mostrar que temos dinheiro o suficiente para chamar atenção, e uma vez que chamamos atenção, podemos convidá-la para uma conversa com você, Christopher - Wil, um dos integrantes da Ketsueki comandado por Juan se pronunciou trazendo uma foto da senhora sentada ao redor de uma mesa com muitas pessoas influentes. — Ela gosta de se sentar e relacion
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22 - Boas Ações?
Á pedido da dama daquelas praias, a querida e amada Sierra, Juan tirou as coisas do carro da garota enquanto a via de longe tentar se aproximar e interagir com Madeline, mas estava tão claro que a irmã de Christopher detestava a esposa que assim que a mulher entrou lhe oferecendo a bebida, ela pegou, tomou e saiu do chalé descendo as escadas deixando a outra sozinha. Simplesmente passou pelo homem e entrou no carro batendo a porta. Sierra não demorou lá dentro e também passou para seu carro como se tivessem brigado no chalé, mas acho que se tivesse brigado alguns arranhões estariam espalhados pelo corpo. Entrou no carro com Madeline que apenas revirou os olhos terminando de tomar todo seu suco, o que despertou uma careta no outro. — Você e a Sierra precisam se dar bem. Querendo ou não, ou talvez não acreditando, seu irmão é apaixonado por ela - Avisou para a garota enquanto via o carro de Sierra se afastar do deles — Ela talvez tenha tido ciúmes qua
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23 - Jantar com a familia e um Cachorro?
Se encarando no espelho Madeline pensou algumas vezes se realmente descia para esse jantar tão especial. Depois de tudo que foi dito por Christopher e de ele deixar claro que era para obedece-lo, isso lhe deixou intrigada. Nunca precisou de forma alguma sair pedindo permissão a alguém para fazer o que bem entendesse até quando estava com sua mãe. E pior, será que ele não se tocava que do jeito dele também estava errado? Pois foi às coisas do seu jeito que levou ela até ali. Respirou melhor depois de girar para ver seu vestido rodado balançar… Fazer parte daquela família lhe parecia muito perigoso e queria se afastar daquilo o mais rápido possível, no entanto, havia coisas boas, tal como o dinheiro que lhe levaria a qualquer lugar que quisesse bastando querer, então por acaso, se ela quisesse mudar de país e de vida, poderia? Conversaria isso com Christopher ou com qualquer pessoa antes de levar isso até ele, certeza que surtaria. Quando saiu do quar
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24 - Conversa de Irmãos
O copo de uísque em sua mãe trêmula balançava de um lado para o outro enquanto os olhos azuis do mafioso procurado por Gael brilhavam assistindo as ondas do mar. Respirou profundamente antes de tomar outro gole sentindo o líquido descer queimando por dentro, e por pior que parecesse, aquela sensação era gostosa, como se estivesse renovando sua alma. Dali mesmo viu o sol nascer não voltou para casa porque não sabia ao certo o que tinha feito. Estava deixando claro a todos ao seu redor que não queria se contrariado, ainda mais quando o assunto envolvia Madeline. Não gostava e não queria que ninguém se metesse no seu envolvimento com ela, Madeline era sua garota, sua irmã. Riu de canto abaixando os olhos, estranhando a chamar de “minha garota” porque era assim que ele desejava. Gostava de seus cabelos bonitos e aquele corpo que o seduzia, aquela mulher era a mais bonita do mundo e nem podia tocar, não podia porque ela era do mesmo sangue. Riu mais aind
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25 - De Volta a Vancolink
O avião particular de Christopher já estava na pista quando Madeline desceu do carro admirando cada centímetro daquele objeto. Seus olhos bonitos brilharam com todo aquele luxo… Se era para eles chegarem escondidos ou algo do tipo, um avião branco com janelas dourados chamaria totalmente atenção. — Só trouxe uma mala? - Juan murmurou ao seu lado colocando a mochila nas costas. Madeline assentiu e o encarou com mais atenção. A calça jeans preta com uma jaqueta igual. Um homem completamente sexy que seduzia Madeline de uma forma que ela mal conseguia respirar, e Juan percebia o que deixava ambos viciados um no outro. — Quantas malas você acha que eu poderia trazer? Não tenho roupas, então o pouco que tinha apenas coloquei dentro - Devolveu com um olhar apaixonado, o olharam dos pés a cabeça e ele também. — Está muito bonita, definitivamente a cor rosa fica muito bem em você. — Acha? - Se olhou primeiro, e logo voltou a ele — Qu
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26 - Um Beijo Perigoso
— O que você disse? – Gael virou-se aos poucos procurando a voz de Mikael que pareceu surgir do nada, ecoando pela sala toda como se estivesse falado em um microfone confundindo sua cabeça. Estreitou os olhos quando bebeu mais um gole de sua bebida, o nome de Christopher estragava tudo em sua vida comum, até mesmo o gosto de sua bebida. — Eu achei que fosse brincadeira, mas Jack me mandou uma foto com um dos cachorros deles descendo do avião. - Contou dando uma risada baixa, já conhecia bem o que iria ser mandado fazer, mas gostava de ouvir. — O que ele veio fazer aqui na minha cidade? Devia se retratar e devolver o que é meu, se não vai sofrer. — Um dos cachorros deles trouxe a irmã. Ela realmente sobreviveu ao beco que a deixei com o corpo da mãe. — O que? – Gael se impressionou... Não fazia ideia se ia dar certo seu plano, mas vê-la voltar e agora com a escolta principal de Christopher queria dizer que seu recado tinha sido recebido, e agora devolvido. — Ele está aqui, e vai a
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27 - Vai ser com qualquer um
— Se ele está pensando que vou obedecê-lo de verdade ou ficar esse tempo todo presa dentro de casa esta muito enganado – olhou ao redor quando atravessou a rua procurando por qualquer um suspeito. Claro que não iria sair como louca no meio da rua achando que estava livre de todos os perigos, pois sabia agora que não era bem assim. No entanto, aquele era seu bairro, conhecia as pessoas, os animais, todos os vendedores da feirinha, até as plantas ela sabia quais eram e onde estavam, durante toda a sua infância aquele era o cenário que possuía. Chegou ao mercado que mais gostava, cumprimentou a moça do caixa como se não a muito não tivesse saído dali, e por alguns momentos, Madeleine fingiu que nada aconteceu. Que estava ali para comprar ingredientes para fazer um grande saboroso para sua mãe. Que assim que chegasse em casa logo estaria diante daquela mulher sorridente e calorosa. — Mady – A garota subiu o olhar quando o apelido mais fofo que já ganhou foi sussurrando. Encarou o garoto
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28 - Maldita Cicatriz
— Estou tentando manter a calma, mas essa garota é louca. – Juan olhou ao redor da sala e levantou disfarçadamente para Madeleine que cantava alguma música idiota, virou para a sala novamente — ela saiu correndo pela rua achando que estava a salvo. Eu não tenho paciência para aturar essas criancices Kim faça alguma coisa. — Eu não posso fazer nada no momento, mas já estamos planejando como entraremos no maior cassino da cidade. Jade e Karen estarão lá e Will está louco para mostrar seus truques. — E quando vão mandar alguém aqui para me substituir? — Não vamos mandar ninguém para te substituir, Christopher jamais deixaria outra pessoa se aproximar da irmã dele. – O garoto virou a tempo de ver Madeleine se encostar na porta — Mas fique firme, te mantenho informado de tudo. Vou desligar. Juan puxou o telefone da orelha com ódio, apertou-o em sua mão querendo partir aquele aparelho no meio, mas sorriu contra sua vontade. — Eu fiz uma janta pra gente, será que pode me acompanhar
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29 - Algo está acontecendo
Nao demorou para a campainha daquela casa tocar fazendo Juan saltar do sofá junto de sua arma, prontos para atacar quem quer que fosse, escutou o celular vibrar com uma mensagem de Milour. Era ele do outro lado da porta e achou que chegando como uma pessoa normal, um visitante levantaria menos suspeita e ele estava certo. Dando uma última olhada para o corredor onde Madeline havia sumido, foi até a porta abrindo para seu amigo. — Esse bairro é calmo. Elas moravam em um lugar legal. Eu queria morar em um lugar legal – o homem entrou reparando em tudo enquanto seguia até o sofá para montar seu equipamento.— Todo mundo quer morar em um lugar assim, mas nem todos temos essa oportunidade. – Parou ao lado do amigo lhe ajudando a arrumar tudo — Como está todo mundo?— Karen e Jade continuam muito focadas uma na outra, mas estão presas nesse trabalho porque querem matar o Gael, acredita?— Eu acho que nessa história todo mundo quer matar o Gael. Qual o plano?— As meninas vão criar uma dist
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30 - Sequestro?
Quando Milour foi embora naquela noite, Madeline passou para seu quarto e não saiu mais. Nem mesmo na hora da janta quando Juan bateu na sua porta, e recebendo apenas um resmungo como resposta dela, decidiu que a deixaria sozinha por aquela noite. O dia sido agitado demais e não via a hora de ir embora. Quando a minha chegou, Juan desceu do sofá querendo a todo custo que tivesse uma ilustre mensagens de seu chefe lhe avisando que voltaria para casa naquela manhã, mas não tinha nada. Tomou um banho gelado antes de tornar a bater na porta de Madeline que dessa vez, abriu devagar encarando o homem em sua frente, e passou por ele. Juan encarou a parte de dentro e havia roupas espalhadas por todo lugar. Finalmente ela estava arrumando tudo?— Você precisa de alguma ajuda? – perguntou quando a viu voltar com uma sacola — Já está arrumando suas malas?— Sim. Eu quero voltar pra casa do meu irmão. Mas não antes de me encontrar com meus amigos. Eu quero me despedir. – Avisou ao outro com toda
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