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Adam Fiore.
Olho mais uma vez para o senhor Zeles e seu advogado, que me encaram do outro lado da mesa.— Senhor Zeles, o departamento financeiro de uma empresa é o setor responsável pela administração dos recursos financeiros. Ou seja, tudo o que está relacionado com as finanças passa por essa área. Seu papel é garantir uma boa gestão de patrimônio, para a organização poder reduzir seus gastos e maximizar seus lucros. Caso contrário, irá à falência — digo, olhando novamente para os papéis e os números. Pelo que tudo indica, a empresa está à beira do colapso. — Na realidade, com base nesses documentos, a empresa entrou nesse beco sem saída já há algum tempo. Por que procurou um financeiro só agora?— Porque passamos do vermelho. Na verdade, achei que conseguiria cuidar das finanças, mas a empresa cresceu de uma forma que eu nunca imaginei. Para ser sincero, senhor Fiore, jamais pensei que minha empresa chegaria à magnitude que tem hoje! Algo que começou em uma garagem, onde eu queria ajudar os vi
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Lunna Rivera.
Assim que entro, fico ainda mais assustada com o que vejo. Há fotos minhas por toda parte, capturadas em vários momentos diferentes.— Ele estava me seguindo! — murmuro para mim mesma, apavorada.Aproximo-me de uma parede onde estão algumas fotos minhas com Adam, mas o rosto dele está queimado, como se Romolo tivesse usado a ponta de um cigarro aceso para destruir a imagem. Outras fotos têm um grande “X” vermelho marcado sobre elas.Um susto percorre meu corpo quando Romolo aparece repentinamente e me puxa pelo braço, jogando-me sobre a cama. Tento cair de um jeito que proteja minha barriga para não me machucar.— Isso aí não era para estar dentro de você! Era para ser meu o bebê, e não daquele… — ele diz, interrompendo-se enquanto me encara e começa a andar de um lado para o outro.— Romolo, deixe-me ir embora. A Yasmim não vai gostar nada disso! Vi ela na sua casa aquele dia, e sei que está esperando um filho seu — digo, mesmo sabendo que não é verdade.Ele para de andar e seus olho
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Lunna Rivera.
— Não vou esperar. Vamos realizar o procedimento agora. Sei que é seguro. Faremos uma cesariana de emergência, tiraremos esse “negócio” de você e então vamos embora daqui. Vou colocar meu bebê aí!Fico paralisada diante das palavras dele. Meu rosto queima, minha mente não consegue processar o que está acontecendo. Esse não é o Romolo que conheci na faculdade, esse homem não tem semelhança alguma com aquele que eu conhecia.— Ah, quase me esqueci! Antes de retirar isso de você, vou deixar algumas marcas. E sabe por quê? — ele diz, aproximando-se com um sorriso ameaçador.Fico em silêncio, completamente petrificada.— Eu te fiz uma pergunta! — ele grita, pegando meu maxilar com força. Tento afastar sua mão, mas sou incapaz de reagir. — Quando eu te perguntar algo, espero uma resposta!— Naã… não sei — consigo dizer, com grande dificuldade, quase sem ar.— Porque seu namoradinho quebrou meu nariz e três dentes meus. Aquela briga não vai ficar sem consequência. Vou descontar tudo em você,
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Adam Fiore.
Paramos o carro alguns quilômetros da casa e descemos. Dolsom me entrega um colete à prova de balas, e eu o coloco enquanto caminhamos junto com os policiais. Alguns cercam a casa, enquanto paramos perto da porta. Meu coração está aflito. Assim que Rick começa a dar ordens para invadir, ouvimos o barulho de dois tiros. Desespero-me e não consigo pensar em mais nada! Chuto a porta, arrombando-a, e entro. A casa está um pouco escura. Corro abrindo as portas até que vejo uma luz fraca no final do corredor, com a porta entreaberta. Entro correndo, e a cena que vejo me faz entrar em desespero.— Lunna! — grito, correndo em sua direção, e me ajoelho no chão sujo de poeira e sangue.— Chamem os paramédicos agora! — Ouço alguém dizer, e, mesmo sem poder, tiro Romolo de cima dela.Há tanto sangue que não sei se ela está machucada ou não! Os paramédicos entram, e Rick me puxa para sair de perto. Vejo-os examinarem Lunna e Romolo, que está com dois tiros no peito. Olho mais uma vez para Lunna, p
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Adam Fiore.
Após a recepcionista me entregar os documentos da Lunna, não sei quanto tempo se passou, mas estou muito impaciente. Ando de um lado para o outro tentando me controlar. Assim que resolvo mandar uma mensagem para o Evam perguntando sobre a Kim, ele me liga.— E aí, cara, como está minha irmã? E o meu sobrinho?— Estão bem. Ygor nasceu assim que ela chegou ao hospital. Seus pais não param de perguntar por que você e a Lunna não estão aqui, e a Kim quer saber se já a encontraram.— Inventa algo. Não quero alarmar ninguém sem saber se a Lunna e o meu filho estão bem.— Como assim? A Kim só me contou que a Lunna sumiu, mas depois não conseguiu me explicar direito.— Não conte nada para minha irmã, por favor! — digo, respirando profundamente. — O Romolo a sequestrou. Vi tudo pelas câmeras do shopping.— Meu Deus, Adam! Ela está bem?— Assim que chegamos, ouvimos tiros. Entrei desesperado na casa. A Lunna estava desacordada no chão, cheia de sangue, e o Romolo caído em cima dela. Não sei o q
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Adam Fiore.
Assim que saio do neonatal, encosto na parede, respiro fundo e limpo as lágrimas. Vou caminhando lentamente…— Senhor! — Ouço uma voz atrás de mim e, ao olhar, vejo um homem jovem, com cerca de 23 ou 24 anos. — Estava à sua espera. Prazer, sou o doutor Ivo Donovan — ele estende a mão, e eu a aperto antes de soltá-la.— Muito prazer, doutor. Meu nome é Adam Fiore.— O prazer é meu, senhor Fiore. Podemos ir até a sala do doutor Weber? Ele gostaria de falar com o senhor sobre sua noiva. A doutora Ballard mencionou que o encontraria por aqui — diz ele, sorrindo. — Vamos?— Claro! — respondo, indicando que ele vá à frente.Caminhamos por um longo corredor até uma sala. Ele bate na porta antes de abri-la.— Doutor, trouxe o senhor Fiore, familiar da senhorita Rivera — anuncia, abrindo a porta para que eu entre. Entro e ele fecha a porta atrás de nós. Vou até a poltrona indicada e me sento.— Muito prazer, senhor Fiore — diz o médico, estendendo a mão.— Como está minha noiva? — pergunto, an
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Adam Fiore — Alguns dias depois.
Flashback on.Pego meu celular, respiro fundo e ligo para ela.— Oi, meu filho, tudo bem? — ela atende com sua voz acolhedora.— Oi, sogra. Como a senhora está? E o Lucca?— Estamos bem, ele está mais esperto a cada dia! O que houve com o celular da Lunna? Liguei, mandei mensagens e não obtive resposta.— É sobre isso que liguei… — suspiro, buscando coragem para contar.— O que aconteceu com a minha filha e com o meu neto, Adam?— Ela foi sequestrada pelo Romolo, mas eu a encontrei. Quando a achei, ela estava desacordada e a bolsa havia estourado. Assim que chegamos aqui, a levaram para a sala de cirurgia e fizeram uma cesariana de emergência. Nosso Vincenzo está bem e crescendo a cada dia. Mas a Lunna… — hesito, contendo as lágrimas — ela está em coma. Teve um traumatismo craniano e o cérebro está inchado. Por isso, o médico decidiu sedá-la para facilitar a recuperação.— Meu Deus, Adam! Por que não me contou antes?— Me perdoe… estou tão desesperado e sem saber o que fazer… — minha
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Adam Fiore.
Já se passaram algumas semanas. Vincenzo está muito bem e já está mamando na chuquinha. Ele cresceu bastante e ganhou peso. Estou contando os dias para ele ir para casa, já que está no berçário juntamente com outros bebês. Assim que estou entrando no carro para ir ao hospital visitar os meus amores, meu celular toca e pelo painel vejo ser do hospital.— Alô?— Senhor Fiore, aqui é do Massachusetts General Hospital. Estou ligando para dizer que o Vincenzo Rivera Fiore está de alta. Pode trazer uma roupinha para a saída dele.— Sério? Posso trazer meu filho para casa? — digo com uma alegria que não cabe em meu peito.— Sim, ele está de alta.— Obrigado, muito obrigado — digo, e ela desliga.Saio correndo do carro, deixando a porta aberta, e entro em casa. Subo as escadas indo até o quartinho dele, que a Lunna não teve a chance de terminar de montar. Entro, vou até o closet e pego a bolsinha, a roupinha para a saída do hospital, e saio do quarto indo para fora da casa. Entro no carro e o
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Adam Fiore.
Todos foram embora, e assim que eu avisar, irão para o hospital. Minha sogra decidiu ir para o apartamento, mas disse que, assim que a Lunna estiver em casa, ficará conosco. Concordei, e eles partiram, deixando apenas o Rick. Estou no quarto do Vince, brincando com ele no berço para mantê-lo acordado antes do banho.— Olha ele aqui para mim um pouquinho, vou encher a banheira para dar banho nele — digo, olhando para o Rick, que está sentado na poltrona de amamentação com os olhos arregalados.— O que foi?— Você vai dar banho nele? — pergunta ele, incrédulo.— Claro! Saímos do hospital; tenho que dar um banho nele — respondo, enquanto ele se levanta da poltrona e se aproxima do Vince.— Por que não pediu para a sua mãe ficar e te ajudar?— Sei cuidar dele. Fiz isso por dois meses com a ajuda das enfermeiras. Aprendi muito com elas, e agora é a minha vez de fazer sozinho.Vou até o banheiro, coloco a banheira para encher e volto ao quarto.— Por que está parado aí como uma estátua? Meu
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BÔNUS: Rick Phillips.
Saio da casa do Adam e sigo para o distrito policial. À noite, irei ao hospital ver a Lunna. Hadja aceitou tomar um café comigo e vou aproveitar para me abrir com ela, conhecê-la melhor e, quem sabe, aproximar nossos mundos.Desde que perdi meu primeiro e único amor, decidi nunca mais abrir o coração para outra pessoa. Raquely sempre terá um lugar em mim, mas percebo que não posso continuar vivendo no passado.Dessa vez, algo mudou. Eu realmente me apaixonei pela Hadja. Caso ela me aceite, precisarei ser honesto sobre a Raquely. Será um desafio, mas sinto que Hadja é a pessoa que pode me ajudar a começar uma nova história.Estaciono o carro no distrito policial, preparado para falar com o promotor sobre o caso da Lunna.••••♥•••••Mais tarde, no café.Estou sentado à mesa, esperando Hadja. O sino da porta soa quando alguém entra, e ao me virar, lá está ela, deslumbrante como sempre. Hadja caminha até mim e eu me levanto, tentando disfarçar o nervosismo.— Obrigada pelo convite, Rick —
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