Após a vitória sobre o Guardião do Caos, o vilarejo começou a se recuperar, mas uma sensação de inquietação pairava no ar. O Véu, embora restaurado, parecia estar guardando algo, algo que estava além do que os guardiões podiam perceber. Cada passo que davam no vilarejo parecia ecoar nas profundezas do universo, como se o Véu estivesse se esticando, aguardando algo mais. Celina estava no centro do vilarejo, olhando para o céu. O mapa estelar que Elias havia revelado anteriormente ainda permanecia lá, mas agora ele parecia em constante movimento, como se estivesse se expandindo. O Véu não era mais apenas um tecido entre as realidades; ele estava se tornando uma porta, uma conexão entre dimensões, e elas pareciam estar se aproximando. — Algo está acontecendo — disse Celina, em voz baixa, quase para si mesma. Arian, que estava próximo, olhou para o céu também. — O Véu está chamando. Ou, talvez, está sendo chamado. Eshara se aproximou, seu olhar sério. — Vocês sentem isso também, nã
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