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32. Conversa sanguinolenta
Ceyas

— O que é essa sua cara? — pergunto para Lugi.

Ele continua me olhando meio de lado enquanto viro o bebê em meus braços. O que posso fazer se ele deixa de chorar quando eu o seguro?

Não consigo evitar. Sempre que noto que Neamir sofre um pouco para colocá-lo para dormir ou até para amamentá-lo, tento ajudar. Meu corpo simplesmente se move, e eu faço a tarefa como se alguém estivesse me controlando.

— Nada, você combina com um bebê — fala meu amigo, rindo em seguida, mudando um pouco sua posição quando outra pessoa entra na cozinha. Eu me viro, porque, sem nem olhar, sei que é ela.

— Precisa de algo? — questiona Lugi a ela.

Em silêncio, a mulher apenas se aproxima de mim, verificando o seu bebê e ignorando o que meu amigo disse, já que o que mais importa para ela é o filho.

— Amo como vocês me tratam — articula Lugi.

— Quer me dar sangue? É do que preciso — profere ela, respondendo com um sorriso malicioso no rosto, mas fica pasma quando ele pega o primeiro copo que vê na frente,
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