Vincent subiu as escadas com os olhos fixos na esposa, o coração acelerado e o cheiro de desejo no ar. Seus olhos brilhavam com luxúria enquanto ele a segurava em seus braços, cuidando para que ela estivesse confortável.Ao chegar ao quarto, ele a acomodou suavemente na cama, certificando-se de que ela estivesse bem apoiada. Com um gesto carinhoso, ele acariciou seu rosto com a ponta dos dedos, observando-a com ternura. Ela sorriu para ele, um sorriso.Vincent se inclinou e beijou suavemente nos lábiosBianca passou os braços no pescoço do marido ele começou beijar mais profundo suas mãos percorreu o corpo da ruiva ele enfiou a língua na garganta dela deixando-a ofegante.As mãos dele mergulhou por baixo do vestido deslisando pelas coxas e subindo pelo corpo, sem resistir ele agarrou um dos seus delas e colocou na boca os lábios quente sobre a pele deixou Bianca molhada de tesão—Ah ah— um gemido constrangedor saiu da boca fazendo a corar ela sentiu o sorriso dele contra a pele macia.
No Brasil, Leonardo chegou e foi direto para o Palace Hotel. Ele tomou um banho relaxante, pediu sua refeição e descansou. Mais tarde, entrou em contato com um guia.—Oi, bom dia! Sou o Bruno, vou ser o seu guia,— disse Bruno, entregando um panfleto dos pontos turísticos.Mas Leonardo não estava interessado nos pontos turísticos. Ele precisava de uma estratégia para vigiar os passos de Beatrice e poder entrar em ação.—Prazer, sou o Leonardo. Quero conhecer as favelas, os lugares mais perigosos,—disse ele.—Você está falando sério?—perguntou Bruno, surpreso.—Sim, estou,—respondeu Leonardo, sem esboçar reação.Eles alugaram um carro e o guia começou a mostrar toda a cidade. Leonardo observava tudo atentamente. Ele sabia que o velho que estava com Beatrice tinha negócios ilegais, e seu objetivo era destruir esses negócios também.—O que é aquilo?— perguntou Leonardo ao ver um engarrafamento.—Não tenho certeza. Acho que aconteceu alguma coisa por aqui. A criminalidade é comum, morre ge
Ao chegarem ao hospital, a tensão ficou maior. Bruno um pouco nervoso.olhou para Leonardo, que parecia tão calmo e determinado.— Vou precisar da sua ajuda para entrar — disse Leonardo, já formulando um plano. — Vou fingir que estou com muita dor, e você vai dizer que não conheço o idioma. Não posso falar português aqui dentro.Bruno hesitou por um momento. — Tudo bem, isso é um plano meio louco, mas parece que você realmente é louco — respondeu, uma mistura de admiração e incredulidade em sua voz.Leonardo não esboçou um sorriso. Seu rosto continuava sério e impassível.— Cara, você nunca sorri — perguntou Bruno com um tom brincalhão. — Você precisa fazer isso de vez em quando, sabia?Mas Leonardo apenas respirou fundo, ignorando o comentário e começando seu teatro de fingimento. Ele rapidamente pegou um colírio e colocou nos olhos, esfregando-os para deixá-los vermelhos e com aparência de lágrimas. Então se encolheu, mostrando uma expressão de dor intensa no estômago.— Por favor!
Leonardo, mesmo com a raiva pulsando em suas veias, escutou tudo atentamente. A tristeza o envolveu ao descobrir que Osmar falecera no hospital, após uma injeção letal administrada por um médico. A angústia de saber que, se tivesse chegado a tempo, poderia tê-lo salvado, pesava sobre seus ombros como uma carga insuportável. Aproveitando que ainda estava disfarçado e que ninguém o reconhecia, ele decidiu agir.Entrou na sala do diretor do hospital e fechou a porta atrás de si, criando um espaço seguro para confrontá-lo. Quando o diretor percebeu a presença ameaçadora de Leonardo, seu rosto palideceu. —Quem é você e por que está fazendo isso?—O diretor perguntou, a voz trêmula. Leonardo se aproximou, segurando-o pelo pescoço com força e jogando sobre a parede frio. —Estou aqui pelo Osmar Fernandes e sou o seu pior pesadelo. Agora me dê a lista de todos os envolvidos neste crime ou você vai ouvir falar de mim. O diretor do hospital tremia de medo. —Por favor, não faça isso! Eu não
Leonardo, agora livre do disfarce de médico, sentia a adrenalina pulsando em suas veias. Ele havia cumprido sua missão, mas a tensão ainda pairava no ar. Ao deixar o médico adormecido em uma área isolada, ele teve certeza de que ninguém o encontraria tão cedo. A sensação de controle sobre a situação era quase intoxicante. Ao retornar à recepção, o ambiente estava carregado de nervosismo. Bruno o aguardava, quase em pânico, a ansiedade estampada em seu rosto. Assim que Leonardo entrou no carro, Bruno não conseguiu conter a pergunta: —E aí, cara? Me diz se deu tudo certo. Leonardo encostou-se no assento e reclinou a cabeça para trás, um gesto que falava mais que mil palavras. —Que insinuação ridícula foi aquela?—Sua voz era fria e distante, como se ele estivesse em um lugar completamente diferente. Bruno tentou disfarçar sua preocupação. —Não sei do que você está falando— disse ele, forçando um sorriso nervoso. Mas Leonardo não estava disposto a entrar em jogos mentais. —Deixa p
Leonardo estava em busca de um lugar grande e abandonado onde pudesse trabalhar sem ser visto, e Bruno, após ponderar um pouco, lembrou de um local que poderia servir. —Tem um lugar, mas não sei se você vai ficar à vontade lá. Mas tem espaço— disse ele. —Ótimo! Contanto que eu não seja incomodado nem interrompido, ou visto por alguém—respondeu Leonardo. Bruno assentiu e logo os dois partiram. Ele levou Leonardo a uma loja de produtos químicos, onde Leonardo comprou tudo o que precisava. Após as compras, Bruno mudou de direção e pegou uma estrada de pedra que os levou a uma fazenda grande. Ao chegarem, Bruno entrou e Leonardo percebeu uma tristeza nos olhos dele. Era como se aquele lugar despertasse lembranças amargas. Bruno caminhou até uma grande cancela e abriu um cadeado com algumas chaves que tirou do bolso. Depois disso, voltou para o carro, respirando pesadamente. Eles dirigiram para a casa grande e deteriorada da fazenda. Ao chegarem, Bruno abriu a porta da casa empoeir
Após a conversa intensa e reveladora, um silêncio pesado pairou entre Bruno e Leonardo. Ambos sabiam que haviam cavado fundo nas feridas do passado, mas agora era hora de seguir em frente, pelo menos por enquanto. Leonardo, imerso em seus próprios pensamentos sombrios, voltou-se para a tarefa que tinha em mãos: fabricar as bombas caseiras. Era uma atividade que exigia concentração, mas também lhe permitia canalizar sua raiva e frustração. Enquanto as horas passavam, ele trabalhou meticulosamente, suas mãos ágeis moldando cada componente com precisão. A adrenalina pulsava em suas veias a cada passo do processo. O cheiro de pólvora e o som dos materiais se juntando pareciam quase uma sinfonia de revolta. Ele estava determinado a enviar uma mensagem clara, mesmo sem precisar de palavras. Finalmente, após muito esforço, Leonardo preparou duas caixas de presente. A primeira foi endereçada à delegacia, um local que ele associava com injustiça e dor. Dentro da caixa, colocou uma bomba inof
Um dos policiais, com a voz trêmula e os olhos arregalados, exclamou: — Alguém está nos ameaçando! Ele sabe que fomos nós quem matamos Osmar Fernandes. Mas por que ele está querendo se vingar de nós? — Quem diabos é L D? O que isso significa? — questionou outro, a inquietação crescendo. O delegado permaneceu em silêncio, o corpo tremendo não apenas pelo frio, mas pelo medo que começava a consumir sua bravura. A atmosfera estava carregada; o ar parecia denso como chumbo. — Por favor, delegado! Diga alguma coisa! O que vamos fazer? Precisamos usar todos os recursos para descobrir quem é esse desgraçado e iliminar isso de uma vez por todas! — implorou um dos policiais, a urgência evidente em sua voz. O delegado baixou a vista, derrotado. A expressão em seu rosto era de quem carregava o peso de um segredo obscuro. — Eu já vi esse símbolo antes... — murmurou, quase para si mesmo. — Não era o LD... mas queimava do mesmo jeito. Ele abriu uma gaveta e retirou uma fita de vídeo antiga,