270. APENAS UM ELEMENTAL

NARRADORA

Ela afastou a mão trêmula dos lábios e a olhou diante do rosto, incrédula.

Gotas do líquido carmesim vital pingavam no chão.

O grito agudo e arrepiante de uma serpente sendo morta ecoou em meio às trevas.

Os olhos de Lucrecia se voltaram naquela direção, incrédulos.

Não podia ser... maldição... não... ela não podia ter perdido um de seus melhores feitiços!

— MATEM ESSE DESGRAÇADO! AGORA, AGORA OU NÃO LHES DAREI MAIS ALMAS PENADAS PARA DEVORAR! — gritava, mais histérica que os próprios pesadelos.

Lucrecia podia sentir... algo estava acontecendo, algo que escapava de seus planos.

Ela liberou todos os espelhos, abrindo os portais por completo.

De um momento para o outro, rajadas de poder mágico ondularam no ar.

Ela firmou os pés no chão, os cabelos esvoaçando com a ventania mágica que sacudia o ambiente.

Ergueu as mãos para proteger o rosto, semicerrando os olhos.

Aquele poder sombrio, que ela havia acumulado com tanto sacrifício, estava sendo... sugado?

Lucrecia deu um passo p
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