Vou ali escrever o próximo capitulo. Amanhã os bejo.
O almoço de Onofre e Ofélia foi maravilhoso, ela cozinhava divinamente bem. Todos na família comeram, beberam e se divertiram muito, a conversa foi agradável. Os gêmeos estavam lindos, uma fofura de bebê, e já riam para os adultos. Mary admirou seus rebentos, não deram trabalho, comeram a papinha preparada por Ofélia e adoraram de sobremesa comeram frutas. Seus rebentos dormiam o sono tranquilo. O convite para passar a tarde na cachoeira foi aceito, mas somente os homens foram. As mulheres resolveram ir outro dia e colocar a conversa em dia. Como vieram à Mansão de Ofélia, resolveram trazer os presentes para os gêmeos que encomendaram. A viscondessa Vanessa comentou que ficou sem seus pertences pelo naufrágio e os presentes de seus tataranetos também se perderam. ___Vamos ao vilarejo da Ilha comprar algumas coisas que possa precisar e depois poderá fazer uma lista e mandar junto com o cargueiro de Asta para Inglaterra e o capitão trará para você. Meu mordomo poderá fazer as compras p
Tio Tulio, o Visconde Caio, o Rei Turan e Tripto começaram a andar pela estrada a fim de apreciar a paisagem em direção à montanha das árvores gigantes que o Visconde Caio queria conhecer. E, chegando a uma trilha, puseram-se a andar por ela, chegando à beira-mar, e ficaram maravilhados com a paisagem. O Visconde Caio comenta que a ilha é especial, as plantas são especiais, diferentes de tudo que já viu na flora e no mundo da botânica, e agradecia à Deusa da Lua por ter permitido que ele ainda pudesse viver para ver algo tão maravilhoso como estava vendo nas últimas horas. Ele ainda não tinha explorado nada da ilha e esperava ficar bastante tempo para poder explorar e conhecer tudo e fazer experiência com as plantas, que devem poder curar outras doenças que assolam várias raças, não somente a dos lobisomens. O Rei Turam comentou sobre a peste que o reino da Bela Rússia estava sofrendo e achou que talvez pudesse ajudar, porque se essa peste fosse para outros reinos, isso seria inaceitáv
___Tripto vai ao palácio e busca uma carruagem. Ela está muito cansada para andar essa distância toda. Nadou para se manter viva a noite toda. Eu a carregarei até a estrada. O Rei Turam pediu. ___Espere, Tripto, vamos com você em nossa forma de lobisomem. O Visconde Caio falou. ___Espere, transforme um pouco mais à frente, longe do olhar dela. Parece que ela sente medo de lobisomens. O Rei Turan pediu. ___Vai ser difícil, nessa ilha quase todos são lobisomens. O tio Tulio falou sorrindo, se divertindo. ___Ela sabe a informei, mas por algum motivo tem medo. Ficarei com ela e descobrirei por quê. O Rei Turan falou. ___Perfeito, vamos andando. Até mais tarde. O tio Tulio falou, acenando também para elfa. Assim que atingiram a estrada, se transformaram e, junto com Tripto, que também tinha uma supervelocidade, correram até o palácio, surpreendendo os trabalhadores da construção que estavam indo para uma parte da ilha dar seguimento às obras ainda inacabadas. Era muito importante fala
O Rei Turan não se importou com os olhares de vários comerciantes e vendedores porque ele se encontrava desgrenhado, mal vestido, suas roupas amarrotadas e sujas, e ainda fazia compras de roupas femininas. Esperava que tivesse acertado o tamanho e que gostasse dos objetos que escolheu para seu toalete pessoal. Agora entendia um pouco o que Asta sentia por Mary, a necessidade de lhe dar conforto e segurança. Ele, em pouco tempo, tinha essa necessidade bem forte, queria protegê-la e, se o lobisomem que matou seus pais ainda estivesse vivo, o caçaria para matá-lo. Foi ao seu navio luxuoso tomar um banho, comer algo e trocar de roupa. Era hóspede no Palácio, gostava de ficar com seus amigos e participar da vida deles em seu cotidiano e de brincar com os pequenos. Mas não queria abusar, por isso levaria a elfa para o navio luxuoso e partiria assim que o casamento terminasse. Mas queria conhecê-la melhor, quem sabe confiaria nele e contaria com mais detalhe sua história e o seu nome. Assim q
___Não precisa ter medo, os lobisomens daqui são meus amigos e não lhe farão nenhum mal. ___Desculpe, acho que tudo isso despertou minhas lembranças dos acontecimentos que me levaram a me isolar na Ilha Reff. Ela, pela primeira vez, deixa transparecer seus sentimentos. ___Ilha Reff pertence ao Conde Maran Reff e à Condessa Niely Reff. Quem é você? O Rei Turan perguntou. ___Conhece meu país. Quem é você? A elfa perguntou. ___Eu perguntei primeiro. O Rei Turan insistiu. ___Desculpe, não me apresentei. Sou Mylla Reff. ___Sou o Rei Turan de Taron. O Rei Turan se apresentou olhando para uma elfa com os olhos arregalados e assustada. ___Achei que fosse mais velho. Falou sincera. ___Acho que se refere ao meu tio falecido no conflito Corva. E jamais iria imaginar que os melhores amigos de meus pais, o Conde e Condessa Reff, tivessem falecido no conflito corva por lobisomens mercenários. Irei investigar esse fato. Muitos morreram, mas não tenho relatório da morte de seus pais. E quero s
___No mar, vi muito brilho saindo das casas, como se todas estivessem iluminadas. Foi isso que me guiou até a ilha. Como isso ocorre? ___Foi descoberto alguns óleos que podem acender candeeiros e isso foi colocado nas ruas dos vilarejos e nas residências para iluminar e todos poderem se locomover à noite com segurança. Que bom que elas te ajudaram a vir para nossa ilha. Doutor Kasmuro fez alguns exames, mais algumas perguntas, pediu que andasse e respirasse profundamente, E deu alta à jovem que lhe deu um largo sorriso, agradecida pela gentileza e por tê-la atendido com tanto carinho. ___Bom, temos a tarde toda para que você conheça meus amigos e a ilha e saiba que realmente é bem-vinda à ilha Lycan. O Rei Turan falou: 'Vamos.' ___Preciso me arrumar, se não se importa, e pela primeira vez gargalhou feliz. Mylla pediu licença a um Rei Turan que também estava feliz ao vê-la feliz. Como era bom ouvir sua gargalhada, o Rei Turan se retirou do quarto sorrindo. No fim, não iria ter que p
Mary e Mylla aparentemente se tornaram amigas. Elas tinham quase a mesma idade, com diferença de dois anos uma da outra. Mylla era dois anos mais velha que Mary e estava admirada com a força de Mary, que tinha quatro filhos quadrigêmeos. Mylla também descobriu que nas duas raças existia o bem e o mal, que não deveria julgar a todos por serem diferentes, E estava aprendendo a gostar dos amigos do Rei Turan, que não cansava de observá-la e ficar feliz por tê-la encontrado e certamente torcia para que seus sentimentos estivessem sendo correspondidos. Mary levou Mylla a seus aposentos e ambas olharam pela janela a imensidão do mar, e a paisagem era deslumbrante. Observaram a vila que estava bem movimentada e Mary explicou que teríamos um casamento entre uma criada e um nobre soldado de Gales. As duas sentaram a observar e Mary narrou, a pedido de Mylla, tudo que aconteceu no Conflito com a Seita Adaga Lunar em seus mínimos detalhes e como foi o desfecho final. Mylla admirou mais Mary, aind
Convidados começaram a chegar para o casamento no próximo final de semana e a festa já estava animada no Vilarejo, mercadorias sendo repostas porque a demanda era grande e as expectativas também. O negócio do Duque Robert com o Rei Adolfo estava funcionando a todo vapor. Os navios de passageiros estavam chegando à ilha e os habitantes do Condado Chancellor e muitos de Gales estavam descendo no porto feito especialmente para desembarque de passageiros na ilha. Criados corriam para ir receber seus hóspedes ou levá-los à hospedagem construída pelo Duque Robert e o Rei Adolfo, para recebê-los. Os convidados mais nobres de Gales e da Inglaterra chegavam em suas embarcações luxuosas e estavam sendo orientados já em alto mar para ficarem atrás da ilha, uma vez que ficariam hospedados em sua própria embarcação. Assim se formou um cais apenas para receber essas embarcações e a locomoção seria através de coches abertos para mais de vinte passageiros. Ou, se quisessem, poderiam se transformar e v