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XVII - O Dia Em Que A Luz Brilhou Mais Forte

Guido chutou uma pedra montanha abaixo, estava impaciente com a demora do Sentinela. À beira da caverna, os quatro companheiros podiam escutar os trovões descontrolados acima de suas cabeças.

— Ainda vai demorar muito? Não tem nada para fazermos nesse lugar enquanto esperamos!

— Nós acabamos de parar aqui, seu idiota! — retrucou Brianna.

Yew se aproximou do garoto de cabelos negros, que estava sentado e encarava a grande Cylch sendo destruída aos poucos. Os desastres ficaram mais avassaladores desde quando a espada sagrada se partira por culpa dele, com tornados vermelhos, chuvas de gelo, terremotos e erupções vulcânicas. Sabia que era sua culpa.

— Ei, garoto. — O elfo lhe estendeu uma tira de carne, que havia furtado em Raegin, e se sentou ao seu lado. — O “E se?” é sempre uma droga, não?

Alabaster, sem entender muito bem, encarou-o confuso.

— Sabe que ficar se martirizando não vai ajudar, não sabe? Entrar nessa eterna busca pelas atitudes diferentes que poderia tomado, ou uma
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