Capítulo 38

Antes que eu pudesse responder, ele olhou ao redor e, num movimento rápido, me empurrou suavemente até o banheiro feminino. Meu coração disparou, e um sorriso ansioso escapou dos meus lábios. Cadu trancou a porta e me encostou contra a parede fria, seus olhos famintos encontrando os meus. Minha respiração estava descontrolada; eu não sabia como agir.

— O que está fazendo? — sussurrei, tentando soar segura, mas a ansiedade era evidente.

— Algo que você deseja tanto quanto eu — respondeu ele, sem dar espaço para discussão. Em seguida, ele segurou meu rosto e pressionou seus lábios nos meus com urgência.

Era errado. Completamente imprudente. Mas eu não conseguia controlar o que sentia. Não recuei; pelo contrário, correspondi ao beijo com um desejo intenso, quase desesperado. A química entre nós era avassaladora, e eu me perdi naquele momento. Nossas línguas se entrelaçavam de maneira selvagem, e o som de nossos beijos ecoava pelo banheiro.

As mãos de Cadu exploravam meu corpo com ousadia
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