Uma Conversa Inesperada

O silêncio da casa de Helena era interrompido apenas pelo som distante do relógio de parede. O aroma suave de flores frescas espalhava-se pelo ambiente, misturando-se ao perfume de lavanda do desinfetante que passara ao limpar a casa. Foi então que a campainha tocou.

Helena ergueu os olhos do livro que lia e franziu o cenho. Quem poderia ser? Não estava esperando visitas. Ainda era cedo para os meninos chegarem da escola, e, de qualquer forma, eles tinham a própria chave. Pedro só voltaria para casa no dia seguinte, após o plantão. Curiosa, levantou-se do sofá e caminhou até a porta. Ao abri-la, deparou-se com um rosto que não esperava ver ali.

— Carly?

A jovem estava parada na calçada, parecendo um pouco incerta, como se tivesse hesitando sua entrada, antes de falar qualquer coisa.

— Oi, Dona Helena. Eu… será que eu posso entrar?

Helena piscou algumas vezes, surpresa. Não tinha muito contato com ela, pelo menos não em um nível tão íntimo
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