Ainda na sala de reunião todos estavam em choque, ninguém alí esperava aquela reação vinda de Rebecca e Marciano temia que sua sanidade mental não estivesse boa.
Rebecca mantinha a cabeça apoiada no peito de Alessandro quando seu telefone tocou, por estar tão próxima ele viu o nome Colyn piscar na tela, sem se afastar dele Rebecca atende na frente de todos. _Oi sou eu Becca, ele chegou está aqui em minha casa. Alessandro pôde ouvir a voz do outro lado. Rebecca se afastou um pouco antes de dizer. _Irei agora buscá-lo, estou morrendo de saudade e sei que ele também está, não viveria sem meu amor. Aquelas palavras fizeram o coração de Alessandro gelar, então tudo aquilo não havia passado de um jogo de sedução, fôra uma armadilha preparada por ela para ficar com todas as ações da Exxon e ele acabara de cair. _ Senhores se me dão licença tenho um compromisso urgente, a felicidade estava estampada em seus olhos. Com a saída de Rebecca todos os olhares se voltaram para Alessandro que emanava uma aura sombria e gelada, Henrico aproveitou para provoca-lo. _Parece que você tornou a prima um tanto lasciva. Alessandro estava furioso saiu antes que cedesse ao desejo de matar. caminhou em direção a sua sala e quando entrou viu Rebecca de costas vestida em um grande macacão de pelúcia rosa e branco. _ Trocando de fantasia para seduzir outro homem? perguntou num tom acusador. Rebecca ficou paralisada, não esperava que ele conseguisse escapar daquela sala tão cedo e menos ainda vê-la vestida daquela maneira. ele então prosseguiu. _ Sinceramente ainda são cinco da tarde e você irá encontrá-lo fantasiada, não sente vergonha? Ela se virou deixando- o ainda mais surpreso. _ Céus irá seduzi-lo vestida de coelha, ele deu um sorriso sarcástico. Estava claro que tudo aquilo não passara de um jogo de sedução e se era o que ela queria ele estava decidido a revidar. Com um olhar malicioso disse. _ Escute não entendo um homem que se sinta seduzido por esse tipo de fantasia, quanto a mim prefiro que use algo mais sensual. Rebecca estava furiosa, que tipo de mulher ele pensava que ela era, bom se era isso que ele achava ela o mostraria do que era capaz, caminhou lentamente até ficar parada a sua frente, abriu vagarosamente o zíper mostrando lhe um corpo atlético e sensual coberto apenas por uma calcinha de renda branca. _Algo assim? ela girou devagar para mostrar- lhe também as nádegas perfeitas propositalmente. Nun gesto brusco e firme ele a tomou em seus braços levantando ela no ar e colocando-a sentada em sua mesa, beijando-lhe os lábios com paixão, segurava ela pela cintura com uma das mãos e com a outra acariciava seus seios, subiu seus beijos pelo pescoço e orelha enquanto sussurrava em seu ouvido. _Não deixarei que outro homem a toque. Rebecca deixou escapar um gemido, não entendia como todo o pavor de ser tocada desaparecera completamente, ansiando cada vez mais por aquele homem em seus braços. Ele percorria todo seu corpo com as mãos e quando a passou por suas costas descendo por aquela tatuagem ele ouviu um gemido vindo dos lábios dela, aquele não era um gemido de prazer, mas sim de dor, mordiscando seu lábios incapaz de parar perguntou. _ Está ferida? _ Não é nada sério, ela respondeu alisando lhe o tórax e o abdômen perfeito. ele deslizou os dedos pelo cós de sua calcinha descendo em direção a sua intimidade, Rebecca deixou escapar um gemido prolongado com a expectativa de ser tocada por ele. _Lissan, ela estava ofegante _ Não me chame assim, sussurrava em seu ouvido. _ Lissan prometa que não me deixará, ela gemia como uma gata manhosa. _Não a deixarei eu prometo. de repente Rebecca se lembrou que Marly a estava esperando e voltou a si. _ Lissan eu preciso mesmo ir buscá-lo venha comigo. Ele a deixou abruptamente olhando- a com um olhar frio. _ Como pode me chamar para acompanha-la? _ Lissan eu só quero que veja que não é o que pensa. _ Diga-me ele é tão bom assim para você me deixar e sair correndo atrás dele. _Alessandro eu tenho um compromisso e quero que vá comigo o que mais espera que eu faça, além do mais não pretendo me entregar a você em cima de uma mesa. Ele se tranquilizou um pouco com aquelas palavras e provocou. _Está insinuando que pretende se entregar para mim em outro momento? sua expressão agora estava feliz. _Não eu realmente não pretendo e só que gosto de entrar nas salas dos presidentes de empresa e seduzi- Los vestida de coelho. ela continuava irritada. Ele sorriu. _ Se isso acontecer terei que me tornar um assassino em série. essas palavras fizeram o coração dela derreter. caminhou de volta para ele e disse num tom dengoso _Agora mesmo você prometeu que não me deixaria você não é um homem que cumpre o que promete. ela o enlaçou pelo pescoço abriu novamente o macacão e guiou sua mão passando por seu rosto, seus seios, suas costas deixando-a depositada sobre seu bumbum, olhou- lhe nos olhos e disse. _Posso garantir que não há nada aqui que não seja apenas seu. ela o provocou. _ E eu posso garantir que se continuar me provocando assim eu a farei minha minha aqui mesmo nessa mesa. ele devolveu aquela provocação. Ela então segurou- lhe pela gravata e o puxou para fora da sala, se deparando com o olhar curioso do pai do lado de fora , sentiu-se envergonhada e o soltou. Bryan estava intrigado como de repente eles se tornaram tão íntimos, parecendo até cúmplices, algo estava acontecendo e ele precisava saber, Alessandro sempre fora um homem frio e distante, em todos esses anos jamais se envolvera com mulher alguma, como podia estar tão dominado por ela assim de repente, não que ele achasse ruim, mas temia que tudo aquilo não passasse de uma cilada cuidadosamente preparada para ele, neste caso Rebecca poderia ser a arma perfeita para atingi- Los de uma só vez. Antes que eles saíssem o pai segurou em seu braço e logo depois a prendeu em um abraço forte _ Minha menina sinto tanto sua falta Rebecca se emocionou _ Eu também pai. _ Você ainda o ama certo ele falou em seu ouvido. _Eu o farei pagar. os olhos de Bryan assumiram uma expressão dolorosa , ele precisava achar o culpado urgente, essa era a única forma de salvar Alessandro e sua menina. No estacionamento Alessandro vai em direção a seu carro, Rebecca foi com ele para reunião, mas passar para abrir a porta do motorista ela reclamou. _O que pensa que está fazendo? perguntou ela _Este carro é meu esqueceu, ele respondeu fingindo irritação. _ Sim eu sei, mas eu ainda não o devolvi e portanto eu irei dirigir. _Eu devia denúncia-la, disse enquanto se ajeitava banco do carona. Rebecca já estava ao volante então inclinou-se em direção a ele e disse quase sussurrando. _ Vamos agora então para delegacia, eu também irei denuncia-lo. _ Está louca não lhe roubei nada. Ela se volta para o volante com uma expressão seria, parecia querer chorar. Alessandro estava sem entender e quando ameaçou se inclinar em direção a ela, ouviu um. _Não me toque Alessandro. Ele queria perguntar o que fez de errado mas ela prosseguiu. _Então vamos para delegacia ou vamos ver meu amante. Ela ficou seria durante todo o caminho parecia estar profundamente magoada, ele queria perguntar o que fez e pedir desculpas quando ela parou e disse. _Chegamos. Nesse momento a expressão dela mudou, assumindo aquele mesmo brilho de quando soubera que aquele homem havia chegado. Alessandro começava a se perguntar porque se deixara ser levado por ela, não sabia como reagiria ao ver o amor de sua vida se jogando nos braços de outro. Ela saiu rapidamente do carro estava eufórica, já estava a algum passos do carro quando viu que ele não a seguia. _Você não vem? perguntou enquanto fazia o caminho de volta. Alessandro estava apreensivo. _Melhor você ir sozinha, não sei se devo. _ Saía já daí e cumpra o que me prometeu. ela disse com autoridade já o puxando para fora. Caminharam de mãos dadas até a frente da casa quando ela o soltou e correu para lateral da casa gritando como uma louca. _Colyn meu amor onde você está? Ela estava tão ansiosa assim para encontra-lo, que precisava ficar gritando daquele jeito pensou, ele a seguiu irritado temendo sua reação ao vê- lá se jogando para outro. Na lateral da casa havia um campo e ele viu surgir uma loira que lhe parecia familiar, ela se dirigiu ao que parecia um galpão abrindo a porta. Alessandro estava chocado com o que via. Um cachorro enorme corria em direção a eles, ele não sabia o que fazer quando ouviu ela gritar ainda mais eufórica e abrir lhe os braços. _ Colyn meu amor que saudade. Então aquele animal gigantesco era o Colyn, Alessandro se sentiu um idiota por tudo que pensara, porque ela não disse logo? porque deixou ele pensar aquelas coisas? não sabia se sentia raiva pelo constrangimento ou alegria por não ter um concorrente, quando sentiu aquele bicho assustador pular em seu peito jogando-o para trás. caído ao chão ele o lambia e o cheirava fazendo- lhe cócegas. Rebecca e Marly correram em direção a eles com medo de que Colyn o fosse atacar, mas ao chegarem perto viu que ele agia como se sentisse saudade. Rebecca o ajudou ficar de pé inconformada perguntou. _Você já o conhecia? _Não, mas acho que ele gostou mais de mim. ele a provocou vendo que estava com ciúmes do seu animal Ela se abaixou segurando a enorme cabeça do animal entre as mãos e olhando em seus grandes olhos azuis disse. _ Escute aqui eu sou o seu amor entendeu. o animal avançou para ela levando a ao chão, por vezes lambia-lhe o rosto, a cheirava, ela sorria e tentava intimida-lo dizendo. _Pare você me traiu não vou perdoa-lo de repente aquele animal agarrou as duas grandes orelhas da fantasia e a arrastava aquela mulher de 1,80 por toda grama daquele campo como se fosse uma boneca, a força daquele animal era impressionante. Vendo aquela cena ele entendeu a fantasia, ela estaria em carne viva se não fosse por ela. Depois de algum tempo matando a saudade eles voltaram em sua direção que havia se sentado ao lado de Marly na grama para espera-los. _Alessandro a algo estranho o Colyn olha para você como se o conhecesse. ela indagou. ela queria esclarecer aquele comportamento do seu animal pois ele nunca foi agressivo nem tão receptivo. _Bom acho que seu amante gostou de mim, ele disse rindo de si mesmo. _ Não creio que seja apenas isso, ele cheirava suas mãos como se você já o tivesse alimentado. Com certeza ela conhecia muito bem aquele animal, mas ele não poderia dizer a ela ou poderia colocar tudo a perder. _ De que maneira eu poderia tê-lo alimentando se você morava fora do país com ele. _Mesmo assim vocês se olhavam como se fossem cúmplices. Alessandro gargalhou, aquilo que ela acabara de dizer era mesmo verdade eles eram cúmplices, mas ainda não era hora de contar. _Você está com ciúmes do seu cachorro comigo. _Ele não é um cachorro ela gritou. _ E o que é? _Um lobo você não viu. Isso com certeza explicava o tamanho dele. . _No caminho de volta Rebecca continuava intrigada com o fato de Colyn ter corrido em direção a Alessandro e não para ela, mas sabia que ele não falaria então teria que descobrir sozinha. Alessandro interrompeu seus pensamentos. _ Você o deixará com Marly. perguntou ele _ Temporariamente até eu preparar um lugar para ele em minha casa. _Quer deixá-lo comigo? Rebecca ficou surpresa e animada, não suportava ficar longe de Colyn e teria uma desculpa para ver Alessandro todos os dias, Queria que todos pensassem que tudo aquilo era um jogo para recuperar as ações do grupo Exxon O'Neal, precisava descobrir porque seu tio dedicara tanto tempo tentando fazê-la odiar o próprio pai, de repente sentia que o tio tentava manipula-la o todo tempo. _Você cuidaria dele para mim? _Sim eu também gostei dele e você poderá ir visitá-lo quando quiser. Alessandro não percebeu que o caminho de volta fora mais rápido que esperava até ela estacionar em frente sua casa e dizer. _ chegamos _J
No carro Rebecca tem a sensação de estar sendo seguida olha mais uma vez o relógio e já está atrasada trinta minutos, pega o telefone e liga._ Marly desculpe, mas posso passar a noite aí com Colyn, estou preocupada com ele._ Claro Becca será bom assim matamos a saudade todos juntos.Ela sente as pernas tremendo precisa despistar quem a está seguindo.Alessandro está ficando impaciente já são 20:45 e Rebecca nem se quer atende o telefone.Rebecca entra abraça Marly ela está trêmula, de pois de contar que está sendo seguida Marly reclama._ Sempre achei que seu tio a controlava demais._ Marly acha que aquele homem.... ela não conseguiu terminar Marly a abraçou era como uma mãe para ela desde os treze anos sempre estiveram juntas._Fique calma pegue meu carro e saia pelos fundos. ela disse.21:00 Alessandro já voltou para o quarto e assim que tira a camisa ouve o motor do carro olha pela sacada e vê um carro estranho estaciona enfia a camisa novamente resmungou consigo mesmo.Pega o
Alessandro a tomou em seus braços e a levou para o quarto depositando-a sobre a cama, ele a olhava com os olhos cheios de paixão. Tomou lhe os lábios e sussurrou em seu ouvido. _Eu não disse que preferia outro tipo de roupa. Ela abriu o zíper daquela fantasia, mostrando seu corpo completamente nu. _Você não me disse que tipo gosta então não soube o que vestir para agrada-lo, veja se gosta. Alessandro estava embriagado pela visão do corpo perfeito a sua frente, entre gemidos disse. _ Se continuar assim irá matar-me. Ele beijou o pescoço, os seios descendo até seu ventre. Ela soltava gemidos e chamava com a voz rouca _ Lissan meu amor me faça sua. Alessandro beijou- lhe a virilha e cheirava a sua intimidade sentindo o quanto estava quente e molhada, penetrou lhe com a língua fazendo a se agarrar aos lençóis e gemer alto, depois de dar- lhe prazer com a boca, subiu os beijos até sua boca, roçando levemente seu membro na intimidade dela, sem conseguir mais se conter ele se a
Alessandro estava aterrorizado pelo medo de perde-la por tudo que acabara de confessar então simplesmente disse. _Eu me arrependo. Rebecca saiu de seus braços bruscamente deixando-o frio como gelo. Disse enquanto vestia a fantasia de gata. _ Irei embora, não haverá mais casamento explicarei a meu pai. Com essas palavras se virou batendo forte a porta. Alessandro enrolou- se em uma toalha e correu atrás dela alcançando-a antes de chegar a porta principal. Ele a tomou nos braços beijando-lhe o pescoço enquanto sussurrava em seu ouvido. _Não a deixarei sair... não posso... Ela batia contra seu peito furiosamente causando-lhe dor, Rebecca era uma atleta, ela sabia onde e como bater. Apesar de sentir o peito vibrar a cada golpe desferido por ela ele não a soltou, apenas deu espaço para que ela pudesse soca-lo ainda mais. ela precisava jogar para fora todo ódio que sentia naquele momento e ele suportaria até que se acalmasse. aquela cena era presenciado por Dianna e
No dia seguinte. Rebecca acordou presa a Alessandro, ele a segurava em um abraço com as pernas e os braços ao mesmo tempo. Ela se virou cuidadosamente para olha-lo de frente, sorriu ao se lembrar de quando pulava em cima dele prendendo as pernas em volta de sua cintura para morde-lo. Aproximou-se lentamente para morder e chupar o lábio inferior como fazia no passado. _Ainda me mordendo princesa... ele abriu os olhos _Não resisti... ela confessou _Espero que continue não resistindo... ele riu e ela se aninhou nos braços dele. Alessandro sabia que precisavam ter uma conversa sobre os últimos acontecimentos, da noite em que se encontraram no" Lá pasta Felice" até o momento em que chegara em crise em sua casa e achava esse o melhor momento. _Becca o que a fez mudar? ele deu início a conversa. Lá no " La pasta Felice" você parecia sentir pavor com a minha presença, mas no dia seguinte depois de roubar meu carro você apareceu na reunião, beijando-me e fazendo promessas, nem mesmo
No dia seguinte quando Rebecca acordou, Alessandro não estava mais a seu lado, ela sentiu uma melancolia queria se despedir antes que ele fosse trabalhar, levantou preguiçosamente e foi ao banheiro, encheu a banheira e ficou lá por um tempo de olhos fechados revivendo os últimos acontecimentos. Depois de um tempo decidiu terminar o banho, ainda teria que devolver o carro de Marly e depois ir a Exxon. Quando desceu sentiu o cheiro agradável que vinha da mesa de café. _Bom dia Srta Rebecca. Dianna a cumprimentou. _Bom dia Dianna, o Alessandro já foi trabalhar? _ Ah sim, como ontem ficou em casa hoje saiu bem cedo. Rebecca apontou para cadeira a sua frente e fez o convite. _Dianna sente-se vamos tomar café juntas. _Não senhora, respondeu Dianna confusa não costumava sentar a mesa com os patrões. _Porque não? Rebecca quis saber _Não acho que seja apropriado Srta eu sou a empregada não posso sentar a mesa com a Srta. _Humm entendo, eu sou a patroa não é então eu estou mandando
Rebecca liga para Alessandro deseja almoçar com ele e também mostrar-lhe a surpresa que acabara de fazer, mas como ele não atende ela vai para Exxon. Na recepção Luiza assistente pessoal de Alessandro informa. _Ele está em reunião Srta. _Na gerência? Rebecca pergunta. _Não, na verdade ele pediu para que eu reservasse uma sala no "Lá Pasta Felice" quando ela chegou. _Ah então é uma mulher que está com ele certo? _Sim, e não me pareceu alguém de negócios. Luiza falou fazendo uma careta. Enquanto Rebecca tentava entender quem estava com Alessandro, Marciano surgiu com uma pilha de papéis nas mãos. _ Becca meu amor há dois dias não a vejo, acaso perdi seu amor para aquele lobo? Rebecca abraçou o tio sorrindo, embora sentisse uma aura fria vinda dele. _Venha vamos venha tomar um café com seu velho tio, enquanto seu noivo resolve as questões dele com essa mulher misteriosa, se ele for almoçar com ela no" Felice" aproveitamos para colocar a conversa em dia. De alguma
Rebecca estava lá parada de frente para Alessandro, no fundo ela sabia que Amanda ocupava um lugar importante na vida dele, ela cuidara de suas feridas, ela ficou ao lado dele e por isso ele não foi capaz de dizer a Amanda que estavam noivos e nem de defende- la naquele acerto de contas, no passado Amanda gostava de irritar Rebecca dizendo que ela seria a dama de honra no casamento deles e em outros momentos oferecendo os futuros filhos como afilhados, causando tristeza ao coração de Rebecca e mais mordidas a Alessandro. Sentindo se triste com aqueles pensamentos virou-se pegou o vestido prendendo-o de volta ao pescoço sem olhar mais para ele caminhou em direção a porta, mas antes que pudesse alcança-la Alessandro a envolveu em seus braços... Seus braços eram quentes... Rebecca se aninhou em seu corpo forte e não pôde mais conter as lágrimas... Ele a tomou em seus braços e levou para sala conjugada com a sua, Alessandro costumava trabalhar até tarde por isso a sala ao lado era um