Perdida de amor foi como fiquei após assistir o filme Perdidos em Paris. O filme tem roteiro e direção de Fiona Gordon e Dominique Abel e passa a maior parte do tempo em Paris, como o nome sugere.
No filme vemos o trio Fiona, Martha e Dom em encontros e desencontros cheios de humor. Tudo começa quando Fiona decide ajudar a tia Martha que não quer morar num asilo, mas a tia desapareceu e ela conhece Dom, um morador de rua.
“Doce como os animais”.Penso nessa frase toda vez que vejo o personagem Newt Scamander no filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, dirigido por David Yates. Ele é um tipo de protagonista que, embora seja um magizoólogo (especialista em animais mágicos), não apresenta vaidade e não se impõe como um tipo de autoridade. Ao contrário, ele é tímido, compreensivo e humilde. Apaixonado por animais, ele cuida com
Assim que soube que conseguiria tirar férias junto com o marido, ela telefonou:— Amor, eu consegui. Vamos viajar?— A gente não tinha planejado uma obra? A pia do banheiro, lembra?A esposa entendeu o recado. Desligou concordando, mas começou a mandar mensagens pelo celular. “Já que a gente não vai viajar, vamos quebrar o banheiro?”
— Qual é a nota? — perguntava meu professor, sem paciência.— Lá? — Era o que eu dizia.— Não. A gente retoma amanhã. Ao olhar o paciente ainda acordado, mesmo sentindo muita dor, o médico perguntou algo para saber o motivo da bala cravada na perna do homem: — Foi confusão? — Bala perdida — respondeu o paciente antes de entrar em sono profundo. Sedado para a cirurgia, ele começou a rever suas memórias disfarçadas de sonhos. Como bala perdida
Fiquei feliz em encontrar Thiago na igreja, tentei falar com ele assim que o vi, mas ele estava tão compenetrado na missa que não percebeu minha presença. Há muito tempo afastado da minha fé, tive dificuldade de me concentrar e comecei a pensar em tudo que aquele homem fez por nós. Mesmo com sua idade e exercendo a chefia, ele sempre fez questão de ser chamado pelo nome, sem muita formalidade e quando eu me confundia e o chamava de senhor ele não perdia a oportunidade de dizer:
Em breve a tarde chegaria e Amarïe já sonhava com a noite. Ela desejava encontrar Caranthir e acreditava que finalmente revelaria seu amor. Desde que algumas flores de Erelen perderam a cor, os assuntos ficaram mais urgentes. Havia um medo e uma necessidade de maiores cuidados, pois se acreditava que uma temida presença maligna estava se aproximando. Caranthir era um elfo muito sério, ele estava sempre ocupado forjando armas e não apreciava as festas de seu povo. Em noites de comemoração, ele ficava distante, bebendo e observando tudo. Amarïe queria se tornar mestre nos feitiços. Todavia, a jovem apenas ajudava os pais recolhendo cristais. Aquela noite seria especial, haveria u
Era uma vez uma menina que vivia encantada por uma estrela. Ela vivia numa aldeia onde as árvores eram muito grandes. Durante o dia, várias pessoas conseguiam se beneficiar da luz do sol, pois durante suas atividades se deslocavam até um local distante onde as árvores eram menores. Mas quando anoitecia, o povo não tinha coragem de caminhar tanto para olhar o céu. As pessoas ficavam perto de suas casas, comiam frutos, cantavam e quando tinham sorte, alguém contava uma história.
Não sabia o que tinha acontecido, sentia muita dor de cabeça e piscava os olhos tentando ver melhor. Aos poucos minha visão melhorava, mas pessoas estranhas estavam ao meu redor e nós estávamos numa van.— Finalmente, Nádia! Você não pode perder a festa. — Era o que falava um homem baixinho com bigode ridículo. Acho que ele queria parecer mau. Eu sentia certa repugnância ao ouvir suas palavras. Ainda bem que ele ficou de costas para mim e logo uma moça de ca