Capítulo 4
Dimitri ficou atônito por um momento, e Mário aproveitou essa brecha para lhe acertar um soco no queixo.

Mário se levantou do chão e olhou de cima para baixo para Dimitri, que permanecia paralisado, sem saber o que fazer.

Com uma voz fria, ele disse:

— Agora, pegue seus homens e saia da minha casa.

Dimitri, no entanto, se levantou bruscamente, empurrou Mário e correu para o escritório.

Na mesa, havia uma pilha de fotos minhas.

Em todas as fotos, sem exceção, meu rosto estava coberto de sangue, algumas a ponto de ser impossível reconhecer meus traços.

Bastou um olhar para que eu desviasse os olhos.

Eu sabia quão horrível estava minha aparência na morte: um dos meus olhos havia saído da órbita, e a parte esquerda da minha testa estava profundamente afundada.

Quando o legista tentou identificar meu corpo, foi preciso um grande esforço.

Mas essas fotos... Mário as colocou assim, expostas, bem em cima da mesa.

No fundo, eu não conseguia deixar de pensar: "Ele não tem m
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