Capítulo 12
Na vitrine de Marília, a maioria dos itens eram pequenos acessórios na faixa de algumas centenas a dois mil reais. Esses itens, por terem um preço acessível, podiam ser vendidos diretamente pelos colegas assim que os clientes escolhiam um modelo. Já peças como uma pulseira de esmeralda, que ultrapassavam os dez mil reais, os colegas não ousavam vender sem a presença dela.

O mercado de pulseiras de esmeralda era uma área complicada, mas altamente lucrativa.

Uma pulseira com boa coloração e qualidade podia ter uma diferença de preço de milhares ou até dezenas de milhares de reais, dependendo de quem estivesse vendendo e do poder de negociação do comprador.

Marília não tinha muito capital para investir. Ela comprava mercadorias na faixa de poucos milhares a dezenas de milhares de reais. Com a revenda, conseguia lucrar entre dois e três mil reais por peça, e, em situações favoráveis, até quatro ou cinco mil reais, um lucro maior do que o que ganhava desenhando suas próprias peças.

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