Capítulo 11
Entrando no refeitório, Marília percebeu que havia poucas pessoas por lá, com muitos lugares vazios.

Diógenes, sempre prestativo, acompanhou Marília até a área de distribuição de comida. O serviço era self-service: pratos com carne ou vegetais tinham o mesmo preço, calculado pelo peso.

No entanto, a maioria dos pratos com carne já havia acabado. Restavam mais opções vegetarianas, e o frango assado, que Diógenes tanto elogiara, também já tinha se esgotado. O que sobrara eram pequenos pedaços de carne e alguns ossos de frango.

Marília se serviu de alguns legumes e, entre eles, conseguiu pegar um pedaço de carne bovina.

Diógenes passou o cartão para pagar a refeição dela.

Uma mesa acomodava quatro pessoas, e Diógenes se sentou ao lado de Leandro.

Marília se sentou de frente para Diógenes, com um assento vazio ao seu lado. Naquele lugar vazio, já havia uma bandeja de comida pronta.

— Onde a Dra. Serafina está? — Perguntou Marília.

Diógenes apontou com o queixo:

— Ali!

M
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