27. Os vendedores, parte 3

Nikolai

— Nós não queríamos fazer isso, de verdade — digo ao erguer o sujeito pela gola de sua camisa. —, mas não tínhamos como não o encontrar quando marca sua mercadoria dessa forma.

Empurro o cartucho em sua boca aberta e se debatendo devido ao engasgamento cai no chão de novo cuspindo o material junto com o monte de bile que subiu por sua garganta.

— Desenhar uma camélia nos cartuchos é uma diversão para você, te ajuda a pensar? — pergunto.

É uma pergunta verdadeira, já que ninguém quer ser ligado aos materiais que vendem dessa forma, mas aparentemente, este gosta de que saibam de onde vieram as balas que estão matando seja quem for. Talvez seja um problema

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