Declaração de Guerra

O primeiro tiro ecoou pelo galpão como um trovão, seguido por uma explosão de caos. Leonardo me puxou para trás, protegendo-me com seu corpo enquanto sacava a arma e atirava contra os homens de Stefano. Lorenzo e Marco dispararam ao nosso lado, avançando entre as sombras e o barulho ensurdecedor dos disparos.

Meu coração martelava no peito, a adrenalina correndo por minhas veias. O cheiro de pólvora e ferrugem enchia o ar, tornando minha respiração pesada. O medo tentava me dominar, mas algo dentro de mim gritava que eu não podia ceder. Stefano não tinha nos atraído até ali por acaso. Ele nos queria encurralados, indefesos.

A porta metálica do fundo se abriu com violência, e mais homens surgiram. Estávamos cercados. Lorenzo xingou entre dentes, recarregando a arma rapidamente. Marco derrubou um inimigo com um tiro certeiro na cabeça, mas a cada homem que caía, outros surgiam para substituí-los.

— Merda! — Lorenzo gritou. — Eles nos encurralaram direitinho!

— Precisamos sair daqui agor
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