"Aham, desculpe incomodá-lo."
Cristina estava um pouco infeliz recentemente.
“Por que você subiu as escadas se pode usar o elevador? Se soubesse que as escadas eram tão interessantes, eu nunca usaria o elevador!”
Não há necessidade de perguntar, Cristina podia sentir a tenção sexual entre Henrique e Jessica. Porém, ela nunca esperava ver essa cena na escada. Henrique, pelo que ela sabe. É o presidente de um importante grupo de empresas criadas no Grupo exterior por sua família de descendência hispânica, tão bonito, que muitas mulheres fariam qualquer coisa só para estar na lista de contatos. Mas… o que tinha essa Jessica? Aleijado, feio e coxo, cheia de cicatriz? Obviamente foi beijada, mais uma vez, por esse príncipe. Cristina estava com muita raiva! Um ciúme inexplicáv
Quando saiu pela porta da escada do terceiro, foi direto a sala vip da boate, dês de que a boate foi reinaugurada Jessica havia assumido a posição de pianista na sala vip. A sua voz suave, as vezes era requisitada por generosas gorjetas. A casa toda estava revitalizada com diferentes ambientes, e a clientela, mista de homens e mulheres garantia um aumento na rende diária de mais de cinco vez o que se faturava antes, no antigo modelo de negócio.Os cinco ambientes da casa eram um verdadeiro sucesso, a sala vip foi ampliada abrigando confortavelmente até cinquenta pessoas, no ambiente suave, onde os jogos recreativos poderiam ser tranquilamente desfrutados, com um chefe de cozinha exclusivo, um sommelier próprio, uma pianista para abafar o ruido das conversas e gargalhadas, as mais finas e caras bebidas, um ambiente para altas negociações e diversão refinada. O segundo andar era tomado pelo resta
Cristina pensou no rosto charmoso e na figura bonita de Henrique, o que fez Cristina se sentiu ainda mais ressentida, aquela rata deve ter tomado a iniciativa de seduzir o Henrique, pensou, tomando uma decisão, iria fazer a vida dela ser tornar um pequeno inferno até Jessica ir embora, desaparecer de vez desse ambiente.A fofoca é uma arma rápida e certeira as pessoas são muito fáceis de manipular, fazendo a vez do vento que espalha sementes. Suas bocas carregam as mentiras de uma fofoca com se fizesse um favor ao mundo. E Cristina sabia manipular muito bem as pessoas é sempre muito forte, capaz de superar tudo e perguntar com segundas intenções:“O que foi, Cristina?Seus olhos brilharam de repente:“Acabei de ver a senhorita Moralidade nos abraços do Senhor Henrique na escada, agorinha mesmo.”“O que? O senhor da bebida destilada? Senho
Pesadelos todas as noites, nos últimos três anos, Jessica sonhava com o seu acidente. Mas, de umas noites para cá em vez de se ver, via o coro deformado de Darcy. Como se fosse ela que estava à beira da estrada, de repente, como cair no abismo, Jessica acordava gritando assustada! … o corpo suado de Jessica, tremia, Jessica tremia, ao acordar desse pesadelo sem fim.Des de o incidente da escada, quando Cristina viu Jessica, ela e Henrique tudo que fazia era para atingi-la. Desprezava e odiava tanto Jessica, que Cristina não falava diretamente com Jessica, mas, continuava a inventar coisas para as outras funcionárias. E esta manhã, pegou suas coisas e foi ao apartamento de Jessica. Usando a cópia da chave que havia pegado na noite em que dormiu nele, entrou e levou suas coisas para o quarto, onde a dona dormia.Quando Cristina abrir a porta do quarto, Jessica se acordou, virou a cabeça pa
O corpo doente a amoleceu e escorregou para o chão, nesse momento Cristina lembrou que Heloisa parecia gostar muito dessa rata. Então correu para perto de Jessica. Quando sentiu a temperatura do corpo dela muito alta chamou o guarda-costas que fazia vigia a porta de Jessica. O homem carregou a ratinha para o carro e os dois a levaram ao hospital. Em sua situação foi logo manda para o atendimento de emergência. Foi internada e medicada. Depois de fazer os procedimentos Cristina ligou para Heloisa:“Jessica desmaiou.”“O que?”“Hoje fui até a casa de Jessica e a encontrei muito doente, enquanto conversávamos, ela desmaiou.”“Ela está em que hospital?”Quando Cristina falou, Heloisa anotou em um papel. Depois saiu de sua casa direto para o hospital. Logo depois Cristina foi embora. O homem que Daniel destinou hoje para acompanhar
Logo no início das atividades da boate Henrique chegou à sala vip, nas o piano estava desocupado. Ele havia se acostumado a olhar a garota no piano todas as noites, ele a admirava a distância e hoje, queria chegar perto dela. Sentir aquele cheiro suave, sentir sua pele delicada. Mas, ela não estava lá. Cerca de uma hora depois ela ainda não tinha chegado, o que deixou Henrique preocupado.Heloisa havia acabado de chegar na sala quando Henrique quis saber onde ela estava. Aí ele perguntou a ela:“Cadê nossa pianista?”A pergunta chamou a atenção de alguns dos frequentadores que também estranharam a falta da garota no piano.“É mesmo! Cadê a nossa pianista.”Perguntou um deles.“Na verdade está internada com uma otite.”“Que pena!”Os frequentadores que estavam interessados pensaram. E um
Era de manhã quando Jessica enfim acordou, seu corpo já não estava apresentando os efeitos da febre que teve no dia anterior. Uma enfermeira entro no quarto para ajudá-la no banho. Ela acompanhou Jessica até o banheiro. Quando a moça afirmou que estava bem, para tomar banho sozinha a enfermeira saiu do banheiro, pegou um conjunto de roupas do hospital entregou a ela e foi arrumar a cama. Jessica encontrou no banheiro, sabonete, shampoo e condicionado, além de escova e pasta de dente. Fez sua higiene matinal e sal para o quarto que já estava com um lençol limpo na cama. O médico entrou em seu quarto, seguido por mais dois outros médicos. Jessica se lembrava vagamente do atendimento que o médico fez a ela no dia anterior.“Bom dia, eu sou seu médico. Meu nome é Augusto Silva, caso você não lembre de nossa conversa ontem e esses s
“Claro! O que você quer?”“Primeiro estou precisando de um celular. Você poderia comprar um para mim? Depois quero que você pegue as copias das minhas chaves das mãos de Cristina.”“Sem problemas, quando sair daqui a pouco irei direto a uma loja comprar um aparelho celular e um chip para você. E a noite pedirei as chaves.”“Obrigada!”Estava justamente agradecendo a Heloisa a promessa sobre os favores quando a porta do quanto se abriu e Cristina entrou.“O que estava fazendo aqui?Perguntou uma irritada Jessica, olhando fixamente para Cristina.“Sou sua colega. E estava preocupada se você estaria bem."Heloisa Jessica olharam para a face cinicamente sorridente de Cristina e quase não acreditaram que poderia haver uma pessoa dessa no mundo. Quando Cristina entrou definitivamente no quarto e fechou a porta. Jessica
A psicóloga se levantou foi até a porta da enfermaria e usando a chave interna fechou a porta. Voltou se sentou se na cadeira próximo a cama que Jessica estava deitada e disse:“Não precisa e preocupar tudo que você disser aqui será sigiloso.”“Eu não ei por onde começar.”“Não e preocupe. Apenas fale o que você quiser falar.”“Há quase três ano eu tive um acidente de carro. Eu fiquei muito machucada e não me lembro de nada. Mas, de lá para cá, tenho tido um pesadelo recorrente. Todas as noites, nos últimos três anos, eu sonho está caminhando por uma estrada escura, deserta, um sentimento de medo intenso, em determinada cursa da estrada eu me deparo com um acidente de carro, a minha frente um corpo todo dilacerado, quase que esquartejado, quando olhou melhor é o meu rosto n