Capítulo 5
Sob o sinal do médico, a enfermeira retirou o embrião novamente.

O embrião já estava com dois meses de desenvolvimento, e se podia distinguir vagamente a forma humana.

Ele estava quieto, encolhido ali.

O meu filho.

O filho que esperei por sete anos.

Num instante, me senti quebrando e comecei a chorar desesperadamente.

O médico tentou me consolar, dizendo que eu ainda poderia ter outros filhos.

Eu queria guardar aquele embrião, mas o médico disse que, por ser considerado lixo médico, não poderia levá-lo comigo.

Somente quando saí da sala de cirurgia, encontrei meu pai.

Falei sobre o que aconteceu, e ele, de imediato, disse ao médico que o embrião era uma prova, e o médico nos entregou o pequeno corpo.

Perguntei a meu pai:

— E minha mãe? Como ela está?

— Sua mãe está bem, teve apenas alguns ferimentos leves. A razão de ela desmaiar foi por causa da pressão alta. — Meu pai parecia ter envelhecido alguns anos de repente. Ele sorriu para mim e disse que eu deveria de
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