Capítulo 4
O celular de Simão estava no modo alto-falante, e eu também ouvi aquela frase.

Simão ficou completamente paralisado, segurando o celular, sem se mover.

Sua expressão estava repleta de incredulidade.

— Como isso é possível?

O sangue sob meu corpo aumentava cada vez mais.

Eu sentia o bebê, que eu tanto esperava, indo embora lentamente de mim.

Meu coração estava devastado de tristeza.

Se aquela ligação tivesse chegado um minuto mais cedo, será que meu filho teria sobrevivido?

Mas mesmo assim, Simão ainda não acreditava que aquela criança fosse dele.

Ele se abaixou, puxando meu cabelo com força, me obrigando a levantar o rosto.

— Helena, o que você deu para as pessoas do centro de exames, para que elas te ajudassem a me enganar?

Eu sorri amargamente.

— Simão, você acha que eu sou capaz disso? Se não acredita, pode fazer outro teste por conta própria.

Ele abriu a boca para responder, mas uma multidão invadiu minha casa.

A primeira pessoa a entrar foi meu pai.

A
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