Prazeres num bar
O La Trattoria del Vento já não tinha a mesma atmosfera que Giovani lembrava. O ambiente, antes acolhedor, agora exalava desconfiança, especialmente para os turistas que ousavam entrar ali. Ele e Antoni se sentaram, sentindo os olhares pesados e desconfiados daqueles que frequentavam o lugar. O clima estava tenso, quase palpável, e não havia dúvida de que algo estava errado.

A ruiva que os havia recebido na entrada se aproximou apressadamente de um homem sentado no sofá, rodeado por outros homens e mulheres. Giovani sentiu o peso do olhar do homem careca, de terno bege, que os observava com uma atenção especial. Sua expressão era séria, como se os analisasse em cada movimento. A ruiva disse algo ao homem, algo que claramente envolvia os dois, e, após ouvir, o homem retirou a mão que estava próxima de uma pistola, mas seu olhar ainda permanecia fixo em Giovani.

Antoni, percebendo a tensão, foi o primeiro a quebrá-la. Com as mãos erguidas, tentou amenizar a situação:

— Estamos em paz, am
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