Boa noite, meninas! ✨ Peço desculpas por postar os capítulos mais tarde do que o habitual, mas essa época de férias está uma loucura! Com três crianças em casa e organizando os preparativos para uma viagem, estou fazendo o possível para manter as atualizações em dia. Espero que vocês continuem acompanhando e aproveitando a história tanto quanto eu adoro escrevê-la. 💖 Ah, não se esqueçam de deixar seus comentários e avaliações no livro! Isso é super importante para a visibilidade da história e me ajuda a seguir motivada. Obrigada por estarem comigo nessa jornada!
Dominic permanece ao lado de Vivienne, com a respiração pesada e o coração pulsando rápido no peito, como se cada batida carregasse a esperança desesperada de que ele se recusa a abandonar. Com delicadeza, ele acaricia a mão frágil dela, os olhos fixos em seu rosto pálido, como se, de alguma forma, seu toque pudesse transmitir a força de que ela precisa para continuar lutando.O tempo parece suspenso, cada segundo se arrastando em um silêncio opressor, interrompido apenas pelo som constante das máquinas que sustentam a vida de Vivienne. O ambiente, frio e impessoal, contrasta com a intensidade das emoções que dominam Dominic.Dentro dele, uma tempestade se forma. Gratidão e medo colidem, deixando-o à beira de um abismo. Ele agradece por estar ao lado dela, por ainda haver uma chance, mas o medo de perdê-la é um peso esmagador que não consegue ignorar. Seus pensamentos oscilam entre as memórias dos momentos felizes compartilhados e a incerteza do que está por vir. — Pequena, assim que
Noah avança rapidamente em direção à cama, a preocupação estampada em seu rosto. Sem pensar duas vezes, envolve Dominic em um abraço apertado, quase protetor, como se aquele gesto fosse sua única maneira de garantir que o irmão estivesse realmente ali, seguro.— Dominic, você está bem? — Noah pergunta, a voz baixa, mas carregada de preocupação, enquanto ainda mantém o abraço por alguns segundos antes de se afastar para encará-lo. — Estou bem agora, Noah. — Dominic responde, sua voz mais calma do que o irmão esperava, mas com um tom que não convence totalmente.— “Bem” não é a palavra certa para alguém que desmaiou e assustou todo mundo. — Retruca, o tom mais firme agora, mas os olhos ainda cheios de preocupação. — Não foi nada sério. — Responde, como se quisesse convencer a si mais do que qualquer outra pessoa. — Nada sério? — Questiona, as sobrancelhas arqueadas em descrença, enquanto cruza os braços, o gesto carregado de uma tensão contida que denuncia sua preocupação. — Você é D
Dominic observa atentamente a reação de Noah, cada segundo de silêncio se arrastando como uma eternidade enquanto o irmão tenta absorver as revelações que ele acabou de fazer. O semblante de Noah é um misto de surpresa, incredulidade e, talvez, uma sombra de resignação. Ele desvia o olhar por um instante, como se buscasse nas profundezas da mente os fragmentos certos para organizar seus pensamentos.— Trigêmeos? — Noah murmura, encontrando finalmente a voz enquanto seus olhos voltam a se fixar em Dominic. — Isso é surpreendente. — Afirma, escolhendo cuidadosamente as palavras, preferindo se agarrar a esse tema antes de encarar o assunto do casamento, para o qual ainda não se sente preparado.— Não mais do que foi para mim. — Dominic responde, um sorriso sutil curvando seus lábios, embora seus olhos revelem a profundidade da situação. — Mas não posso negar que, apesar do choque inicial, é algo que me trouxe uma felicidade imensa e, de certa forma, um sentimento de realização.Noah cruz
O dia se arrasta, pesado e torturante para Dominic. Embora seu tio e avô permaneçam ao seu lado, tentando preencher as horas com conversas ou presenças silenciosas, sua mente está distante, fixa em Vivienne. Tudo que ele consegue pensar é em como gostaria de estar com ela naquele momento, segurando sua mão, protegendo-a de tudo.Seu peito se aperta cada vez que a imagina tão frágil, tão vulnerável. Essa imagem o atormenta, como uma sombra que não o abandona, carregando consigo o medo de não ser suficiente, de não poder fazer mais. No entanto, no fundo, ele se agarra a uma verdade que se recusa a abandonar, Vivienne é a mulher mais forte que ele já conheceu.Ela tem uma força que desafia a fragilidade de sua aparência naquele instante, uma força que ele acredita poder vencer qualquer obstáculo. Ele se convence, repetindo como um mantra, que ela ficará bem. Que ela irá superar tudo isso, e que os filhos que estão por vir serão o legado mais puro e poderoso da força inabalável que ela ca
Dominic mantém seu olhar firme na médica, transmitindo com os olhos o que as palavras não precisam dizer: prossiga, eu preciso de informações. E ele realmente precisa. Cada segundo sem notícias de Vivienne parece se arrastar, aumentando a tensão em seu peito, enquanto sua postura deixa claro que não aceitará adiamentos.— Senhor Wade, a suspensão da sedação está programada para daqui a uma hora. No entanto, gostaria de ressaltar que o processo de despertar pode ser gradual, considerando a gravidade do quadro clínico. — Estelle responde, com calma e precisão, mantendo um tom profissional e direto.— Quando você diz “lento”, o que exatamente quer dizer? Há possibilidade de ela despertar ainda hoje? — Dominic pergunta, o tom firme e carregado de expectativa, mas sem perder a formalidade.— Não necessariamente. Em casos como o da senhora Wade, é comum que o corpo leve até quarenta e oito horas ou mais para metabolizar completamente os sedativos e começar a responder de maneira consistente
Dominic continua acariciando o rosto de Vivienne, cada toque fazendo seu coração acelerar. A expectativa de vê-la despertar é quase um anseio urgente, uma mistura de esperança e ansiedade que o mantém em alerta constante. Ele mal pode esperar para encontrar novamente o olhar intenso dela, aquele que sempre o encantava de forma irresistível, e observar o sorriso tímido que trazia uma paz inigualável. Já consegue imaginar a expressão confusa que provavelmente surgirá em seu rosto ao acordar, uma visão que ele deseja com todas as forças, como um sinal de que tudo ficará bem.— Uma coisa que sempre teremos serão as histórias. — Dominic Comenta, exibindo um leve sorriso, enquanto observa Vivienne. Tudo entre eles sempre foi atípico, como se o destino se empenhasse em desenhar caminhos imprevisíveis. O casamento improvisado, a lua de mel marcada por desafios, algumas difíceis, mas todas inesquecíveis.Ele respira fundo, permitindo que as lembranças e emoções o envolvam. Apesar das adversidad
Dominic se inclina para mais perto, os olhos arregalados brilhando com uma mistura de emoção e incredulidade. Aquele som, tão frágil e delicado, ecoa como a coisa mais preciosa que ele já ouviu em toda a sua vida. Sua respiração acelera, enquanto uma onda intensa de alívio, felicidade e encanto o envolve por completo, preenchendo cada parte de seu ser com uma esperança renovada e uma felicidade tão profunda que parecia capaz de parar o tempo.— Enne? — Murmura Dominic, a voz embargada, quase hesitante, como se qualquer som mais firme dissipasse a magia daquele instante. Ele se inclina ainda mais, os olhos fixos nela, presos entre a perplexidade e a expectativa. Mas, ao perceber que os olhos dela permanecem fechados, uma necessidade urgente e quase sufocante o domina. Ele precisa ter certeza, precisa saber se aquele som foi real ou apenas uma ilusão cruel criada por sua mente exausta.Vivienne não responde. Por um momento, Dominic se pergunta se o que ouviu foi real ou apenas um delíri
Vivienne permanece sob monitoramento contínuo e avaliação detalhada. O fisioterapeuta respiratório examina cuidadosamente o padrão ventilatório, avaliando a amplitude, regularidade e frequência respiratória, enquanto descarta sinais de fadiga muscular ou insuficiência respiratória iminente. Paralelamente, a doutora Estelle analisa os monitores com atenção, verificando a estabilidade dos sinais vitais, incluindo pressão arterial nos parâmetros ideais e frequência cardíaca compatível com o estado clínico esperado.A avaliação prossegue com um exame detalhado de perfusão periférica. Estelle utiliza técnicas específicas para avaliar a temperatura das extremidades, a coloração da pele e a elasticidade vascular, indicadores essenciais da integridade circulatória. Como parte do protocolo, uma ultrassonografia portátil é realizada nas extremidades inferiores, garantindo que o fluxo sanguíneo esteja adequado e descartando a presença de novos coágulos ou alterações vasculares que comprometam a