Início / Romance / A BABÁ GRÁVIDA DO CEO / Capítulo 31 - Capítulo 40
Todos os capítulos do A BABÁ GRÁVIDA DO CEO : Capítulo 31 - Capítulo 40
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31 - – UM PEDIDO DA EX
POV: HENRYPuxei Mia pelo cotovelo, ignorando os olhares curiosos enquanto a levava para os fundos da mansão. Assim que chegamos, soltei seu braço de forma brusca.— Henry, você está me machucando! — reclamou ela, esfregando o local onde minha mão esteve. — Não precisava ser tão bruto!— O que você quer, Mia? — perguntei, cruzando os braços e estreitando os olhos. — Não tenho paciência para as suas cenas.— É exatamente por isso que nos afastamos, Henry. — Sua voz ganhou um tom manhoso enquanto ela mexia na minha gravata, fingindo estar magoada. — Você nunca tem tempo para mim. Até para o seu sobrinho você arranja tempo, mas para a sua noiva? Nunca!— Ex-noiva. — Peguei suas mãos, afastando-as de mim com firmeza, mas sem machucá-la. — Ou já se esqueceu que foi você quem me deixou antes do casamento?Dei um passo para trás, soltando-a com certa força, mas quando me virei para sair, Mia me surpreendeu ao me abraçar por trás. Ela pressionou o rosto contra minhas costas enquanto suas mãos
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31 – UM EVENTO AGITADO
POV: LAUREN— Sr. Carter, sinto muito por esta cena. — Soltei o punho de Claire, ainda a fuzilando com os olhos, mantendo a voz firme. — Foi apenas uma divergência de situação.— Divergência de situação? — Claire explodiu, segurando o pulso e se fazendo de vítima. — Essa selvagem sem classe ameaçou me bater e quebrar meu pulso!— Isso é verdade, Sra. Becker? — Henry tombou levemente a cabeça de lado, com um olhar analítico que parecia penetrar fundo.— Sim. — Respondi sem hesitar, mantendo a postura calma. Vi uma de suas sobrancelhas se arquear enquanto ele continuava me encarando. — E não me arrependo.— Viu só, Sr. Carter? — Claire correu para ele como uma criança, pousando as mãos em seus ombros e se posicionando atrás dele. — Essa mulher é uma descontrolada. Deveria ser demitida!— Tio Henry, isso não é certo! — Theo interveio, puxando minha mão. — A fada só estava me protegendo! Foi essa mulher feia que tentou me bater primeiro.— Theo! Já disse para ser educado. — Eu o repreendi
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32 – PEQUENO VALENTE
POV: LAURENA tensão no ar parecia crescer, até que um homem robusto, de bigode e com ar de autoridade, se aproximou.— Ora, Henry, precisamos mesmo de toda essa cena? — Ele falou com um tom conciliador, mas também condescendente. Só então percebi que era Roger, o pai de James. — Foi apenas um mal-entendido entre as damas.Henry soltou uma risada seca e irônica, cruzando os braços, enquanto sua veia na testa parecia mais evidente.— Roger, deveria selecionar melhor os seus convidados! — Retrucou ele impaciente, sua postura imponente e olhar frio deixando claro o desconforto com a situação.Antes que mais palavras fossem ditas, senti um toque no meu ombro. A voz calorosa de Margareth me pegou de surpresa.— Sra. Becker, nossa, há quanto tempo! — Ela exclamou com gentileza antes de me envolver em um abraço apertado, sua presença era quase um alívio no meio de toda aquela confusão. Ela sussurrou em meu ouvido: — Venha, querida. Vamos sair dessa bagunça deselegante.Assenti levemente, ace
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33 – A DANÇA DO MEDO
POV: LAUREN— Becker, Becker, que surpresa vê-la por aqui. — James disse com um tom provocador, inclinando-se para falar perto do meu ouvido em um sussurro. — Agora virou o bichinho de estimação do Henry e ele a leva para todos os lugares?— Olá, James. — Respondi, tentando manter a compostura enquanto o desconforto subia pela minha espinha. Dei um passo para trás, forçando um sorriso. — Estou aqui acompanhando o Sr. Carter porque sou a babá do sobrinho dele, que também está presente na festa. — Acrescentei, levantando-me da cadeira. — E, por falar em Theodor, é melhor eu ir verificar como ele está.— Bobagem! — Margareth interveio, segurando minha mão com delicadeza. — Deixe o menino se divertir um pouco sem supervisão. Por que você e James não vão dançar? Sempre admirei a amizade de vocês. Achei que acabariam se casando um dia.— Por que pensou isso? — Eu perguntei, mais ríspida do que pretendia, sentindo o aperto dos dedos de James em minha cintura.— Mamãe, por favor, não nos cons
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34 - EU SOU APENAS UMA APOSTA
POV: LAUREN— Quem a tirasse para dançar primeiro e conseguisse levá-la para casa ganharia. Eu estava indo até você naquela noite, mas soube que seu pai tinha passado mal e você saiu do baile com Ethan. Que surpresa, não é? — Zombou James com um brilho maldoso no olhar.— Como você sabe disso? — Eu perguntei, a voz falhando, mas James apenas inclinou-se para morder a ponta da minha orelha, provocador.— Ah, querida, Ethan se gabou disso depois. — Ele disse, rindo. — O "mal-estar" do seu pai foi causado por ele durante aquela reunião "urgente" que tiveram mais cedo naquele dia. — James gargalhou com satisfação. — E você caiu direitinho. A atenção dele, a preocupação com o seu pai, tudo foi planejado.— Isso é impossível. — Eu murmurei, sentindo um nó na garganta enquanto meu corpo começava a tremer. Não conseguia esconder a tensão que me consumia.Então, tudo o que eu vivi com Ethan, tudo em que acreditei, era uma mentira? Meu ex-marido nunca me amou? Como fui tão cega?— Não fique ass
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35 – APROXIMAÇÃO PERIGOSA
POV: LAURENErgui o olhar para ele, confusa, mas segui em silêncio até o parapeito. A vista à nossa frente era deslumbrante: um rio refletia o brilho suave da lua, cercado por árvores que pareciam sussurrar na noite tranquila.— Que vista linda. — Eu comentei, admirada. Fechei os olhos por um momento, deixando o aroma fresco da noite invadir meus sentidos. Inspirei profundamente, tentando acalmar os sentimentos que estavam à flor da pele.Quando abri os olhos novamente, encontrei os dele fixos em mim. Ele me observava com intensidade, como se tentasse desvendar cada pensamento escondido na minha mente.— Se sente melhor? — Ele perguntou, sua voz baixa e suave, mas não menos intenso. Seus dedos deslizaram por uma mecha do meu cabelo que havia caído sobre o rosto, colocando-a delicadamente atrás da minha orelha.— Melhor? — Eu murmurei, ainda confusa, franzindo levemente o cenho.— Sim, não estava tremendo de frio? — Henry arqueou uma sobrancelha, semicerrando os olhos com um tom que so
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36 – FERIDAS ABERTAS
POV: HENRYA passos largos, segui em direção ao choro, sem olhar para trás. Só percebi que tinha pego a mão de Lauren e a puxado para acompanhar meu ritmo quando paramos no playground. Lá estava Theodor, sentado no chão ao lado do escorregador, segurando a perna e chorando alto.— Garotão, o que houve? — Perguntei, ajoelhando-me rapidamente ao lado dele. Notei os olhares das pessoas ao redor, e apenas então percebi que minha mão ainda estava enlaçada à de Lauren. Ela soltou a minha imediatamente e deu um passo para trás, desviando o olhar.— Tio Henry, está doendo! — Theodor choramingou, ainda mais alto. Minha atenção voltou para ele, e vi o sangue escorrendo de seu joelho.— Eu te avisei que você cairia, garoto! — Mia disse, dando um passo à frente, com um tom irritante e cheio de falsa superioridade. — Tentei segurá-lo, mas ele me empurrou e acabou caindo!— Mentira! Ela me derrubou! — Theodor gritou, apontando para Mia, sua voz carregada de dor e indignação.Tentei examinar melhor
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37 – LIMITES PROFISSIONAIS
POV: HENRYAs palavras dela ficaram comigo. Lançando um olhar intrigado para Margareth, voltei a atenção para Lauren, que segurava Theo no colo com um cuidado quase natural.Antes que ela pudesse continuar, apressei-me a intervir, tirando Theo de seus braços.— Deixe comigo, ele está pesado. — Comentei, segurando Theo com firmeza enquanto ele deitava a cabeça em meu ombro, visivelmente exausto. Voltei meu olhar para Lauren, que parecia hesitante, seus olhos tímidos desviando dos meus com uma expressão que beirava a tristeza. Talvez fosse por minha postura rude de antes.Aproximei-me e sussurrei apenas para que ela ouvisse:— Não é que você é uma fada mesmo? Conseguiu fazer ele parar de chorar.Lauren arregalou os olhos, sua boca formando um pequeno "O". Ela balançou a cabeça devagar, ainda surpresa, enquanto acariciava as costas de Theodor, que começava a bocejar.— Sr. Carter, posso levá-lo para casa. O senhor deveria aproveitar a festa. — Ela sugeriu, estendendo os braços para pegar
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38 – FUGA NO MEIO DA NOITE
POV: LAURENFechei a porta e soltei um suspiro profundo, sentindo meu coração bater mais rápido do que o normal. Minhas mãos estavam suando e tremiam levemente, enquanto eu tentava me acalmar. Do outro lado da porta, ouvi seus passos lentos e deliberados, parando bem na frente da minha porta. Meu corpo reagiu antes mesmo de eu pensar: dei um passo para trás, balançando a cabeça em negação.— Por favor, não venha — Eu murmurei para mim mesma, minha voz quase um sussurro. Cedi mais alguns passos, hesitante, enquanto observava sua sombra sob a porta se afastar lentamente. Meu peito apertou, e uma onda de confusão tomou conta de mim. — O que eu estou fazendo?Virei-me e caminhei até o espelho, tentando desesperadamente abrir o zíper do vestido que teimava em não funcionar. Mordi os lábios, frustrada com a situação.— Seria mais fácil continuarmos de onde paramos — Eu resmunguei baixinho, quase como uma brincadeira comigo mesma. — Pelo menos a roupa sairia com mais facilidade.A frase saiu
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39 - EU NÃO POSSO ME ENVOLVER
POV: LAURENMeu coração disparou, acelerado e descompassado, como se tentasse fugir do meu peito. Virei-me lentamente, tentando me recompor, mas era impossível ignorar a presença dele. Henry estava ali, imponente como sempre, com um copo de bebida na mão. Seus olhos, escuros e penetrantes, fixaram-se em mim com uma intensidade que parecia atravessar todas as minhas defesas. Era como se ele conseguisse ler cada pensamento, cada desejo que eu tentava esconder.Antes que eu pudesse dizer ou fazer qualquer coisa, o vestido que eu segurava com tanto cuidado deslizou pelo meu corpo, caindo suavemente no chão. O ar gelado da mansão tocou minha pele, mas não foi isso que me fez tremer. Foi o olhar dele. Seus olhos percorreram cada centímetro do tecido que descia, como se estivessem memorizando cada curva, cada detalhe do meu corpo. Ele não se apressou. Cada movimento dos seus olhos era lento, deliberado, como se estivesse saboreando o momento.Eu me senti exposta, vulnerável, mas também… desej
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