Depois do que pareceu uma longa viagem, a ambulância chegou ao hospital, Guadalupe estava pálida e inconsciente. Os paramédicos disseram:— A senhorita perdeu muito sangue, esperamos que ainda possamos fazer algo.— Temos que conseguir, é uma mulher muito jovem, não pode morrer assim.— Não faço ideia do que deve ter passado pela sua cabeça para decidir tirar a própria vida, é uma mulher muito jovem. — Disse um dos médicos.Enquanto isso, Guadalupe, em seu subconsciente lutava contra uma realidade muito diferente, se viu envolvida no mesmo pesadelo.Guadalupe estava trancada numa mansão, estava sozinha e com a barriga inchada, estava grávida, pelo menos sua barriga mostrava um avançado estado de gestação, derramava lágrimas e pedia que a deixassem sair, parecia angustiada. Ao seu lado estava Emma, que tentava consolá-la.— Senhora, calma, o bebê não deve receber tudo isso!— Emma, quero ir embora, por favor, só quero ir para longe, por que Massimo me trancou aqui? Quero ir embor
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