153. Presente da deusa.

A noite seguiu com conversas políticas entre empresários e possíveis investidores. Mason transitava com facilidade naquele ambiente, sua presença dominava o salão sem esforço. Ele trocava poucas palavras, mas cada uma era estratégica.

Eu, por outro lado, tentava não revirar os olhos a cada conversa entediante sobre acordos comerciais e expansão de negócios. Segurava uma taça de champanhe apenas para parecer envolvida, mas minha mente estava distante.

Foi quando um homem de terno escuro, olhos intensos e um sorriso afiado demais se aproximou. Ele tinha uma postura confiante, analisando Mason antes de se virar para mim.

"Elena Evans Blake, certo?"

Meu estômago revirou de imediato. Poucas pessoas me chamavam assim, e o jeito que ele pronunciou o nome fez um arrepio subir pela minha espinha.

Mason, que estava focado em uma conversa com outro investidor, desviou o olhar para nós assim que ouviu meu nome. Sua expressão se fechou de imediato.

"Quem pergunta?" retruquei, cruzando os braços.

O
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