Capítulo 16
Diferente de Gabriel, que estava à beira da loucura, Marília vivia em plena paz.

Ela não sabia que ele a procurava desesperadamente.

O chip do celular foi partido ao meio e descartado no instante em que partiu.

Todas as suas contas em redes sociais foram deletadas.

As ligações, as mensagens, as buscas frenéticas…

Nada chegou até ela.

E, na verdade, ela nem queria saber.

O passado era uma ferida cicatrizada.

Uma sombria tempestade da qual havia escapado.

Tinha lutado com todas as forças para se libertar daquele pesadelo.

Não queria, de forma alguma, qualquer vínculo com o que ficou para trás.

E, entre tudo o que abandonou…

Gabriel também ficou para trás.

Durante um almoço tranquilo, sua tia sorriu ao lhe fazer uma pergunta:

— Marília, você estudou Artes, não foi?

Ela assentiu.

— Tenho percebido que você tem feito muitas pinturas desde que chegou. Seus quadros são lindos, com uma atmosfera única. Eu e seu tio adoramos.

O tom da tia era animado.

— Seu tio acha um desperdício essas obras f
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