CAPÍTULO 43

Quando eu encarei aquele homem vestido de poder e autoconfiança, confesso que estremeci, o olhar dele passava a ideia de altruísmo, o que era muito bom.

Ele esticou a mão para me cumprimentar, e eu percebi que ele estava disposto e aberto a um diálogo amigável.

Eu sabia que nenhum pai merecia levar a culpa pelos atos de seus filhos, mas eu já estava tão cansada de perder, que não vi problema nenhum em negociar com aquele homem.

— Seja bem-vinda ao meu gabinete.

— Obrigada!

— Sente-se por favor.

Eu sentei e fui tratando logo de iniciar aquela conversa.

— Bom, sem rodeios, eu acredito que você já saiba o que a sua filha andou aprontando comigo e recentemente com o Alex.

— Eu fiquei sabendo disso essa semana pelo próprio Alex, pois nenhum veículo de comunicação informou sobre o acontecido, a minha filha sumiu do mapa, ninguém viu ela, ninguém sabe onde ela se meteu, e eu não estou falando isso para tentar protegê-la, eu seria o último a querer o sumiço dela, pois acredito que ela passou
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