— Catssyn, você não pode beber nada alcóolico.
— Mas eu não vou beber. Eu quero levar Justin para se divertir. Por favor.
— Eu não trouxe roupa para...
— Não quero que vá. Não preciso de supervisão. Apenas eu e Justin. Vou ficar bem.
— Ca
—Não.—Lauratoca minha mão.—Vamos esquecer essa ligação e curtir essa tarde. Nós teremos que voltar para casa amanhã.—Oh... amanhã?—Gaeltem que ir trabalhar.—Deisediz.— Poxa, que pena.
Desperto com o toque do meu celular. Esticominhamão até a bolsa que estava no chão, e puxo-a para a cama. Reviro a bolsa, até pegar no meu celular.Zion.— Oi coisinha. —elediz, assim que atendo. — Já está em casa?— Estava dormindo.— Oh... desculpe. Achei que ainda estivesse passeando. Dançamos por horas e eu me sentia ÓTIMA. Fomos ao bar umas quatro vezes, para nos reabastecer. A cada batida que Justin pedia, eu bebia um suco com o mesmo sabor.— ESTOU CANSADA. —grito. — VOU ME SENTAR UM POUCO.— ESTÁ SE SENTIDO BEM?— SIM! SÓ CANSEI DE DANÇAR!ElSessenta e Cinco
— Bom dia! — digo. — Quero um pouco de café.— Bom dia.Gabei não me responde. Ela estava emburrada.— Que foi, Gabei? — me sento do seu lado.— Nada.
Eu olhava para Justin e Jake intercaladamente sem conseguir acreditar no que via.— Cat, você precisa me ouvir.—Eu não consigo acreditar no que meus olhos estão vendo.—soltouma risadinha nervosa.—Então por favor, diga-me que você veio até aqui para passar informações sobre meu estado de saúde para Jake, alguma coisa caiu INEXPLICÁVELMENTE na sua roupa toda e ela está lavando!—ele fica quieto.—Eu realmente não quero acreditar que meu melhor amigo está transando com o car
Ele pisca e eu desligo a ligação.Largo o celular no banco e respiro fundo, passando a mão pelo meu rosto. Torno a ligar o carro e saio do estacionamento.[...]— O que disse? — a atendente doStarbuckspergunta.— Quero três caixas de muffins de chocolate. Rápido.
— Vamos mudar de assunto. —elapassa a mão pelo meu rosto. — Você trouxe os muffins e quero comer com você. Vamos lá.— Eu não quero ir para lá.— Eles vão voltar para a Irlanda hoje. —elafaz bico. — Vieram ficar com você.— Ah... é verdade. —façocareta. — Vamos lá. Eu não queria parar de olhar para ele, mas eu me viro e vou para o quarto de hóspedes. Bato duas vezes na porta antes de entrar. Hay me olha rapidamente e volta a andar de um lado para o outro com os dedos nos lábios.—Ele beijou mesmo você?—pergunto.—BEIJOU.—Ei!—solto uma risada.—O que foi?Último capítuloSetenta