334. Hospital

Leonardo

O interior da ambulância era um caos. O som dos equipamentos médicos, os paramédicos gritando códigos e instruções, o bip contínuo dos monitores—tudo parecia se misturar em um turbilhão de sons que zuniam na minha cabeça, mas nada me atingia tanto quanto o sangue.

O sangue de Amber.

Ele estava por toda parte. Nas luvas dos paramédicos, nos lençóis da maca, escorrendo de sua boca entreaberta enquanto sua respiração enfraquecia.

"FAÇAM ALGUMA COISA!" minha voz saiu mais alta do que pretendia, quase um grito de desespero.

Um dos paramédicos, um homem de meia-idade com expressão concentrada, tentou me acalmar sem

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