259. QUEM É ESSA VELHA?

SIGRID

A estreita cama de ferro preto, as paredes de madeira, o teto com vigas um tanto negligenciadas, a velha poltrona ao lado da janela e alguns baús de madeira em um canto.

Tudo parece desgastado, quebrado, mas não sujo nem desagradável.

—Lembrei da cabana dos meus pais. Ontem à noite, eu te trouxe aqui… é um lugar ao qual sempre desejei voltar —ele confessou, e meu coração se encheu de ternura.

Ele não disse claramente, mas acho que seus pais morreram, talvez tentando salvá-lo quando o levaram ou por não suportar a dor de perdê-lo, não sei, e não quero reabrir essas feridas nele.

—E você passou a noite limpando? Se estava abandonada, de onde você tirou os lençóis? —perguntei, franzindo o cenho ao notar o óbvio.

—Bem… não havia ninguém. Eu… não percebi, só precisava descansar com você, eu estava um pouco atormentado —ele se senta, olhando ao redor.

—Silas, como pode achar que algo ficaria intacto por tanto tempo? Ai, Deusa… dá para ver claramente que alguém mora aqui! —disse enqua
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