246. A FLORESTA AMALDIÇOADA

SILAS

Não sei por quanto tempo tenho caminhado, parece o dia inteiro.

Mitigo a sede com as correntes frias de água subterrânea que encontrei.

Na verdade, não sinto fome, consumir tanta magia substitui os nutrientes necessários para o corpo.

Sentei-me no chão rochoso, apenas por alguns segundos. Sei que, se fosse um elemental comum, não conseguiria avançar dessa forma, muito menos em um ambiente quase sem oxigênio, claustrofóbico.

Às vezes, os túneis desciam mais e mais, e eu encontrava insetos e coisas estranhas que escavavam a terra úmida.

Depois subiam, faziam curvas tortuosas, até que uma tímida corrente de ar começou a bater em meu rosto.

Segui-a desesperado, sentindo a dor como agulhadas em todos os músculos das pernas por caminhar sem parar… o dia inteiro…

Já era quase noite quando o túnel estreito se abriu em uma caverna ampla. O fedor de algum animal selvagem era evidente, com ossos e esterco espalhados por toda parte.

Eu precisava sair daqui!

Convoquei aquela magia que eu con
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