Raquel
Eu o amava, Mais que a minha vida! Se alguém ouvisse diria que eu exagerei, mais não era isso! Davi ele foi o único homem que conseguiu quebrar a minha armadura de proteção e entrou em mim e viu a minha alma.
Depois daquele dia do clube, que eu entrei em pânico literalmente, fugi mesmo como se o diabo fugisse da cruz.
Naquele dia eu senti que o Davi gostava de mim, mais isso nunca iria dar certo, como um homem que era todo certo iria aceitar uma mulher que foi violentada, por um desconhecido?
Corro direto pro banheiro e quase não dá tempo de eu chegar ao vaso e vomito até eu não aguentar mais e só saía líquido, eu ainda me odiava, por ter deixado aquilo acontecer!
A violência que sofri, fez-me ter medo de chegar nos homens e quando eles viam eu cortava. Mais o Davi era diferente sempre foi. Ele me olhava com admiração, certo olhar de desejo escorrendo pelo meu corpo, como se estivesse me despindo.
Ao mesmo tempo em que eu queria o Davi perto de mim eu queria me afastar dele e foi o que eu fiz me distancie dele, com medo de ele descobrir o que aconteceu comigo e fique com raiva não de mim, não ele nunca faria nada eu não queria era uma morte em minha vida, por mais que tenha acontecido isso com a minha vida eu não desejava que o Davi fosse preso e perde-se seu cargo de agora de delegado.
Ele não merecia isso, se conta-se pra ele o que tinha acontecido comigo eu tinha certeza absoluta que ele iria atrás do homem que me violentou e faria de tudo pra localizar ele e acabar com a vida daquele animal, ou melhor, dizer um monstro em forma de homem.
Davi era um homem muito, bom e merecia uma boa mulher na vida dele. Sempre que eu tinha esse tipo de pensamento eu sempre ficava com o coração na mão e me dava vontade de querer dar uns tapas em qualquer uma mulher que chega-se perto dele.
Era melhor eu continuar a fazer do jeito o que eu estava fazendo esquecer o Davi era a melhor coisa. Dou descarga e vou até a pia do banheiro e joguei água no rosto e pego a minha escova de dente e escovo os meus dentes pra tirar o gosto amargo que estava ainda minha boca, credo.
Enxugo meu rosto e ao ver que eu estava sem nenhum gosto na boca e saio olhando pra ver como meu quarto era muito bagunçado, parecia que eu furacão tivesse passado por aqui.
Aí minha mãe, vai falar um monte quando ver o quarto desse jeito. Eu era até uma pessoa organizada, mais tinha dia que eu ia procurar alguma roupa ou um livro aí danou-se meu quarto virava mesmo um furacão.
Pra arrumar esse quarto, seria bom colocar uma música top. Pego meu celular um Moto One Fusion um celular simples e bonito que fez ficar a
satisfeita com a compra.Escolho a música e deixo tocando enquanto eu organizo tudo, pra deixar perfeito meia hora depois o quarto estava limpo e organizado.
Vou até a cozinha e pego um copo Coca-Cola e torta de frios que a minha mãe tinha feito. Volto novamente pro meu quarto e abro o notebook e começo a trabalhar.
Estava tão absorvida, lendo um livro que foi me mandado por um autor desconhecido ainda, que se esse livro continua-se bom, eu logo faria a proposta para publicação dele.
A música que estava tocando para e começa toque de chamada sendo recebida e olho e vejo que era a Nella.
— Hei !Nella em que posso ajuda-la? — pergunto curiosa.
— Oi Raquel, gostaria de pedir um favor? — ela começa.
— Sim! Você quer que eu fique com a Maria Eduarda né? — pergunto logo sabendo da resposta.
— Sim! — Ela diz sem graça.
— Nella, amo ficar com a minha afilhada! — falo e era verdade, Maria Eduarda era uma criança tão calma e eu amava cuidar dela.
— Ah, eu sei! — Ela diz e continua dizendo: — Só não queremos que você acha que estamos querendo te explorar.
— Aff, Nella eu nunca pensaria isso, de vocês, agora trás ela que eu cuido. — brinco com ela que da risada.
— Pode deixar, daqui a pouco estaremos aí! — Nella diz e conversamos mais um pouco e contei pra ela sobre um livro que eu estava lendo e que tinha me chamado atenção.
—Ah me deixa ler também? — Nella me pede.
— Claro, eu te envio pro seu e-mail e o seu novo livro esta quase pronto? —pergunto curiosa seu livro do delegado fez um maior sucesso e estávamos ainda entre os mais vendidos.
— Sim, já estou preparando outro livro já! — ela solta.
— Menina, você não dorme não? — Eu brinco.
— Ah eu durmo sim, se bem que durmo melhor com o meu delegado delícia. —Ela brinca e revira os olhos. Eu tinha uma pontinha de inveja desse relacionamento que deu muito certo entre eles.
— Meu deus! Por favor, não me conta as suas atividades sexuais com o Diogo por gentileza! — ironizo.
— Hahaha, claro que não vai que você queira escrever um livro chamado as aventura sexuais de Antonella e Diogo. — ela ri.
— Meu deus do céu mulher, melhor você ir atrás logo do seu homem que é melhor. — brinco revirando os olhos essa Nella não tinha jeito mesmo.
— Ok! Agora minha amiga me deixa terminar de resolver alguns pepinos e daqui a pouco estamos aí.
— Estarei esperando a minha princesa! — falo com saudades da minha afilhada.
— De mim! A não sabia que você sentia tanta minha falta desse jeito. — ela diz.
— Meu deus mulher, você se sente pra caramba né! Eu disse que eu sinto falta da minha princesa e isso significa que não é você não é a minha princesa se conforme gata, perdeu o posto. — brinco.
— Nossa muita maldade em seu coração, você não me quer mais né? — Nella brinca fazendo drama.
— Meu deus mulher desliga logo a telefone e vai trepar seu mal é esse. — brinco com ela.
— Ah menina isso eu vou mesmo, pode deixar. — ela diz rindo e encerramos a ligação. Dando risada dessa, Nella que desde que casou com o Diogo era a pessoa, mais feliz desse mundo.
— Bom agora deixa fazer um suco, pra minha afilhada que logo ela estaria aqui.
Algumas Horas Depois...
— Você está à coisinha mais linda Duda. — falo olhando pra minha afilhada que era muito fofa. Maria Eduarda era uma mistura dos pais, quem olhava pra ela e via seus pais achavam que era a cara dos dois mesmo.
— ela está linda mesmo. — diz a Nella toda orgulhosa.
— Concordo! E vejo a Nella passando com as coisas da Duda pra sala e colocando em cima do sofá e ao me ver com a Duda nos braços ela diz:
— Agora as duas mocinhas se comportem, prometo não me demorar na rua com o Diogo.
— Pode ficar tranquila, Nella a gente vai aprontar todas né Duda! — brinco com a Duda que abre um maior sorriso.
— Eu imagino e a sua mãe? — Nella pergunta ao olhar ao redor e não vê ela por ali.
— Menina agora esta aposentada esta curtindo a vida, foi viajar com as amigas dela. — Comento com sorriso tranquilo minha mãe merece tudo de bom nessa vida.
— Que bom, Raquel ela estava precisando mesmo dar uma levantada no astral depois da gripe forte que pegou.
— É verdade ela ficou bem debilitada e agora graças a deus esta muito bem. — comento.
— Bom eu tenho que ir. — Nella diz me dando um beijo no rosto e outro na filha.
— Vai lá curtir o maridão. — brinco.
— Vou sim, buscar ele na delegacia com meu carro. Depois que o Davi virou também delegado eles dois tem revezado. — Só de a Nella tocar no nome do Davi meu coração dispara e penso coração traidor.
— Ele está bem? — pergunto como não quer nada.
— O Davi? — Nella pergunta.
— Sim! — respondo não desejando ter tocado no nome dele.
— Sim ele está bem! Anda meio amuado e não sei porque? —ela diz como se estivesse me questionando e não daria o braço a torcer.
— É mesmo logo, passa ele deve estar com algum problema amoroso. —respondo entre dentes incomodada.
—Hahaha, sei vocês dois por que não reconhecem por quer não podem viver sem um e o outro.
—Tchau Nella, vai cuidar do seu delegado. — Desconverso o assunto.
—Tchau amiga, você sabe que eu torço muito por vocês dois né! — ela diz com sinceridade me abraçando.
— Sei sim! É melhor assim mesmo que eu e o Davi não ficamos nos vendo logo ele arruma uma mulher e me esqueça. — respondo triste só de imaginar isso.
— Minha amiga, escuta o que eu vou te dizer! — Nella fala e fica um pouco em pensativa. — Você e o Davi ainda vão ficar juntos e disso eu tenho certeza.
— Ah Nella eu não quero ficar com homem algum, lembra eu não sou uma pessoa limpa. — respondo com dor no coração e me sentindo suja.
— Nunca fale esses tipos de coisa. Raquel minha amiga você é a pessoa mais bondosa, sensível e maravilhosa e eu Antonella eu tenho orgulho de ser a sua amiga e também tenho certeza absoluta que o Davi pensa também.
Essa declaração me faz sentir emocionada e sabia que podia contar com a minha amiga Nella. Ela é a única pessoa que me entendia e sabia dos meus temores e segredos e só ela sabia o que eu passava quase toda noite.
— Obrigada por essas lindas palavras agora vai lá atrás do seu homem, que eu e a Duda vamos assistir a uns filmes de terror, né Duda fala pra mamãe que eu e você vamos comer um balde de pipoca com uma Coca – Cola bem gelada. — falo pra Duda que bate as mãos concordando.
— Me deixa ir embora, por que vocês estão me atentando com a historia de um filme de terror e uma Coca - Cola. Ah antes que eu esqueça Duda já comeu e também mamou, está pronta pra soneca daqui a pouco. — ela brinca e dá um beijo na gente e vai embora.
— Agora, vamos assistir galinha pitadinha Duda? — pergunto olhando pra ela que me olhava com curiosidade de criança e ela resmunga e falo:
— Vou entender como um sim, Duda! — digo brincando e a coloco no carrinho de bebe que a Nella tinha trazido e coloco o cinto de segurança e ligo a TV e há deixo um pouco afastada da TV.
Enquanto rola o desenho eu pego as coisas da Duda e vejo se tinha alguma coisa de geladeira e vejo que tinha mamadeira e guardo e volto pra sala e vejo a Duda batendo palminha toda feliz sabia que ela amava esse desenho.
Cheguei ate comprar o bicho de pelúcia da galinha pintadinha que quando viu ficou toda encantada. Passou toda a primeira temporada da galinha e desligo a TV e a levo pro meu quarto e lá e ligo a TV e coloco na continuação da segunda temporada, essa menina não tinha nem um pingo de sono.
— Essa sim puxou a mãe toda elétrica, socorro. — falo olhando pra Duda ao ver como ela estava ligada no desenho.
RaquelTroco ela e volto novamente pra cozinha com ela em meus braços e esquento a mamadeira e levo pra dar de mamar pra ela e enquanto voltamos pro quarto Duda tenta pegar a mamadeira e não consegue e só dou quando eu chego lá sua atenção volta pro desenho e enquanto ela mama e fica assistindo eu fico com um pouquinho de inveja da Nella por ter uma princesa que nem a Duda e eu nunca teria um bebê pra chamar de meu.Coloco a Duda pra arrotar e a deito do meu lado e fico de olho nela enquanto a danada ficava prestando a atenção no desenho. Quando eu olho a Duda tinha dormido e estava quase acabando o desenho já.Coloco travesseiro ao redor dela pra não rolar e vou tomar um banho correndo e sempre atenta a algum barulho dela. Nem me demoro e saio logo e vou me trocar e coloco uma camisola preta que eu tinha ganhado da Nella de presente de aniversario.Vejo que a Duda e
DaviOk, eu estava meio fudido mesmo. Quando digo isso era por que eu estava mesmo. Estava com uma baita ereção da porra, louco pra fuder a minha feiticeira de olhos verde e não poder era difícil.Mais ela valia a pena e nem que eu tenha que bater uma escondido eu nunca a forçaria a fazer amor comigo sem se sentir segura.— O que passa tanto em sua cabeça, meu delegado gostoso. — Minha feiticeira pergunta enquanto estávamos deitados ainda no chão.— Em nada, ou melhor, estava pensando sim que a gente, merece ter um encontro. — falo uma pequena mentira, ela não precisava de um maldito maníaco por sexo.— Hum... Ótima ideia aonde vamos? — Ela pergunta toda alegre.—Tem algum lugar que você gostaria de ir? — pergunto eu quero conhecer todos os que ela gosta e também que ela queira conhecer.— Bom
RaquelDepois que o Davi foi embora eu juro por deus, que meu coração parecia que iria se partir. Eu dei um pulo quando ouvir o toque do meu celular tocar e corri pra atender e quando vi o nome dele lá visor de chamada meu coração fica acelerado e atendo a sua chamada e ficamos conversando e quando encerramos a ligação fico morrendo de saudades dele e sei que ele também.— Que droga Raquel o homem foi trabalhar! — chamo a minha atenção. Sigo em direção pra cozinha e preparo um chá pra ver se conseguia me acalmar. Enquanto colocava a agua pra ferver, resolvo dar um pulo no quarto pra ver como estava a Duda que como sempre dormia quem nem uma pedra.Essa menina era uma mistura da Nella e do Diogo coitada dessa criança que tinha um pai bem possessivo e um tio que também era quase no mesmo no nível de possessivo quem nem o amigo.A
Raquel“ Naquela noite enquanto caminhava, pelas ruas da favela. Sempre andava com cuidado e ao mesmo tempo rápido. Sabia muito bem que não podia generalizar que tinha pessoas boas e pessoas ruins, naquela noite, uma pessoa ruim tinha me pegado. Quando acordei, nunca tinha me passado pela cabeça que eu seria violentada. Estava com uma sensação ruim, só que achei que era coisa da minha cabeça. Saí da editora, me despedindo da Antonella e fui para casa. Passei no mercadinho e comprei alguns mantimentos.Enquanto sigo em direção para a minha casa, noto que as ruas estavam muito desertas, ainda mais sendo que era 22h00min. Se bem que estava meio frio e talvez fosse à razão do pessoal está de
DaviSinceramente, não via a hora de amanhecer e finalmente ir para a casa e descansar um pouco e depois iria encontrar com a minha feiticeira.A noite foi tão longa que fiquei resolvendo alguns B.O e assim que a delegacia ficou tranquila, já atualizei o meu perfil do “Facebook”, de solteiro para comprometido, não demorou muito, vejo que meus colegas já curtiram e até algumas “Peguetes” da vida colocaram um “Emoji” de triste e o que fiz nem liguei.Eu era um homem comprometido, desde o momento que tinha conhecido e me apaixonado pela Raquel. A vontade que eu tinha de mudar o meu status lá, era enorme. Só que o medo de assustar e afugentar, mais a minha feiticeira era grande.E não me aguento acabo mandando a mensagem para ela, sabendo é claro que ela não iria me responder porque ela essa hora estaria dormindo e quem sabe em breve eu estaria dor
RaquelTermino de conversar com o Davi, por mais que a gente quisesse continuar falando, não era justo com ele. O Davi tinha trabalhado a noite inteira e tinha o direito de descansar. Enquanto ele ia dormir um pouco, vou para a cozinha e pego as sobras de ontem à noite e tomo o meu café.Graça a deus, que meu estomago tinha se acalmado e consegui tomar café mais tranquilamente. Coloco a louça que usei dentro da pia e arrumo a mesa. Vou até a lavanderia para verificar como estava a etapa de lavar a roupa e vejo que o processo ainda estava em deixar morno, ainda teria algum tempo ate parar todo o processo.Pego o meu celular e olho novamente no “Whatsapp” para ver se tinha alguma mensagem, da Nella e acho, ou melhor, eu esperava que o Diogo a deixasse algemada na cama o dia inteiro assim ela não iria ficar querendo me questionar sobre a noite passada.Vou para o meu escritório que ma
RaquelA Nella me olha ainda chocada e ela não era única que tinha ficado. A olho e acabo dando sem querer uma risada.— Você está me zoando? — ela me questiona me olhando atravessada.— Claro que não eu nunca iria zuar ou brincar com uma coisa dessa. — falo para ela quando paro de rir.— É que você estava rindo... — ela volta me questionar.— É claro Nella que eu estava rindo é que você não viu o choque que estava estampado em seu rosto.— Ata... Agora entendi! E respondendo a sua pergunta é claro que eu fiquei chocada, afinal você disse uma vez para mim, que nunca iria deixar nenhum homem, além do Diogo é claro entrar aqui na sua casa? — ela diz confusa.— Sim... Me lembro que falei isso. — confesso sem graça.— E aí você diz que
DaviAcho não eu tenho certeza que morri e fui pro céu ou estou indo para o inferno encontrar o diabão por estar me deixando aqui na minha frente uma mulher em forma de tentação.A forma de como o seu vestido longo e vermelho estava deixando o seu corpo com marcas perfeitas me fez ficar com ciúmes dela. Como gostaria de ser o vestido para poder sentir o seu corpo nela. Gemo baixinho só de ter esses pensamentos. Seus lindos cabelos estavam presos em cima e soltos em seus ombros.Deus o senhor está judiando do seu filho aqui e mandar um anjo em forma de mulher para me atentar. E por isso não tinha certeza se iria para o céu ou para o inferno com as coisas que eu queria fazer com ela. E sinceramente eu não sei quanto tempo fiquei assim admirando ela e a fudendo com os olhos e engulo seco e reúno forças que estavam guerreando e falo:— Meu deus... Você est&a