CAPÍTULO 37

Por quase um minuto inteiro, nós não fizemos absolutamente nada. Ficamos apenas ali, abraçados, tentando restabelecer nossas respirações. Como viemos parar contra a parede, foi algo sobrenatural. O sangue dela escorria pelo seu ombro e levei minha língua até ali, lambendo minha marca e fechando a ferida.

Eu encarei Aisha, seus olhos ainda dourados, assim como sabia que os meus provavelmente ainda estavam pretos como obsidiana. Aquilo me fez ter a certeza de que ela não era uma loba defeituosa, apesar de nunca ter acreditado nessa possibilidade. Aquele alfa apenas não tinha o poder de transformá-la.

Ela sorriu encantadoramente para mim. Há anos eu não me sentia tão vivo, tão poderoso e tão determinado. Determinado a manter essa lycan segura ao meu lado e a colocar o mundo aos pés dela, se fosse isso que ela desejasse. Beijei-a com devoção.

— Você está bem? — Perguntei, após nossos lábios se separarem.

— Estou. Foi maravilhoso, na verdade, foi mais que maravilhoso, foi incrível. — Ela
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