CAPÍTULO 41

Não sabia o que pensar sobre tudo aquilo. Parecia que minha vida estava entrando em um turbilhão de descobertas e eu precisava de tempo para lidar com cada uma delas. Assim que alcancei a calçada em frente ao hotel, respirei fundo. Tudo que eu precisava naquele momento era de um pouco de normalidade e de minha amiga.

Antes que eu pudesse solicitar um Uber, um carro parou diante de mim e um rapaz desceu do banco do passageiro.

— Bom dia, Sra. Aisha, o Sr. Kiron nos colocou à disposição da senhora e nos deu ordem para levá-la onde desejasse.

Olhei para aquele homem e para aquele carro sem acreditar nisso. No entanto, aceitei. Talvez, aquela fosse a maneira de Kiron me dar um pouco de liberdade, além de ter paz de espírito, sabendo que eu estaria protegida pelos seus homens.

Eles me deixaram em frente ao edifício de Maitê, mas observei que não saíram mesmo após eu descer e entrar na portaria. Não tinha dúvidas de que, quando eu saísse, eles ainda estariam lá.

Quando abri a porta do apart
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