Sula está com raiva e totalmente frustrada, mas dá um sorriso quando vê que sua mãe deixou algumas sacolas em sua cama com um bilhete."Parte do seu presente, te amo filha"Sula nunca comprou roupas, usava o que lhe davam, os roupas da sua mãe, tinha vaidade, sim, mesmo dentro do inferno que vivia em sua casa era uma garota com sonhos, muitos deles eram simples, por isso se emocionou quando abriu as sacolas, uma calça jeans, uma camisa branca, um cinto e botas pretas.Tomou banho e se vestiu, era algo simples, mas as botas pretas eram algo que sempre quis ter, secou os cabelos apenas para que não molhasse suas roupas, deixou os cabelos soltou jogados por cima dos ombros, parecia uma peoa, riu para espelho, aplicou um gloss depois da maquiagem leve, que ressaltou sua beleza, saiu animada, quando se lembrou de que Murilo a estava esperando, bateu a porta nervosa.Depois de quase quarenta minutos, Murilo escuta o som da porta batendo, ainda estava do lado de fora do carro, se assustou ao
Luiz:-Que tal uma taça de vinho?-Sofia riu com animação.Sophia:-Só uma, não vai fazer mal-Luiz se levantou e pegou duas taças de vinho para eles, Sophia virou a metade da taça, Luiz havia escolhido um vinho doce, para que ela pudesse degustar.Luiz:-Vai devagar pequena, quanto mais doce mais rápido sobe-Ela sorriuSophia:-Estava com calor, mas vou tomar o restante devagar.-Ficaram sentados olhando a fogueira, Sophia com a cabeça no ombro de Luiz ouvia a viola e a cantoria animada dos homens, com as pernas cruzadas, ela balançava o pé no ritmo dá música, criando um balanço suave em seu corpo.Luiz:-Quer dançar?Sophia:-Não, quero ouvir a música-Ela passou os braços em volta dela, e balançavam juntos, Luiz riu dessa dinâmica, mas balançou com ela.Quem os via sentia a conexão que se formava entre o casal.Luiz:-O que acha de sair para jantar, amanhã-Sophia sempre tinha receio de sair, antes que ela pudesse ter pensamentos ruins, ele completou-Não existe perigo, eu estou monitorando tud
LUIZVocê acredita em amor à primeira vista?Foi assim para mim, a primeira vez que a vi, algo dentro de mim se acendeu, a fragilidade e inocência de Sophia, me ganhou por completo, talvez por sermos opostos? Não sei dizer, mas é algo que não consigo lutar contra, mesmo sabendo que posso não sair vitorioso no final, ela passou parte da vida em um convento e tem uma história muito diferente da minha.A sensação de pertencimento, como se ela pudesse tocar minha alma, e não se contaminar com toda a escuridão que existe lá.Todas as minhas inibições, inocência e doçura foram arrancados de mim ainda muito novo, me tornando uma casca vazia, ou uma casca recheada de maldade.Meu nome é Luiz e sou completamente apaixonado por Sophia, a pequena inocente que roubou meu coração.Ela foi resgatada de um sequestro, o homem a quem o pai dela praticamente a vendeu, e se não tivéssemos chegado a tempo, ele teria violado e usurpado a inocência de Sophia, mas mesmo assim esse ato deixou estragos.Ela p
Luiz:-Se quiser, posso te levar para conhecer a propriedade.Sophia:-É uma fazenda?Luiz:- Poderia ser pelo tamanho, mas não tenho animais aqui, somente algumas plantações pequenas, gosta de animais?Sophia:- Sim, no convento tinha galinhas, e vacas no terreno ao lado, eu tinha pouco contato com eles, mas gostava.Luiz:-Se quiser posso providenciar isso-Ela sorriu- Quero que se sinta em casaSophia:- Não quero atrapalhar sua rotina, não precisa se preocupar.Luiz:-Não será incomodo nenhum.-Terminaram o jantar em silêncio.A noite estava quente, Luiz caminhou com Sophia pelos arredores, parte do terreno em volta da casa era bem iluminado, percebeu a necessidade de algumas melhorias, para que ela se sentisse segura.Luiz:-Tem medo do escuro?Sophia:-Um pouco, não tenho boas lembranças-Ele sentiu uma pontada no coração, mas não perguntouLuiz:- Já pedi para que Pedro faça algumas obrar, logo tudo estará iluminado- Ele não havia falado com Pedro ainda, mas seria a primeira coisa que faria
Luiz passou a maioria das suas atividades para o escritório que tinha em casa, queria estar em casa com Sophia.Depois do café, assinou alguns documentos e chamou Sophia para caminhar lá fora, não queria ela presa em casa e com medo, queria que ela se sentisse bem e segura ali.Luiz:- Quero te mostrar um lugar que você pode nadar, tem uma queda d'água e não é distante da casa-Ela o seguiu.A fazenda era grande e cheia de possibilidades, mas pouco aproveitada, Sophia olhava em volta, agora a luz do dia podia ter uma percepção melhor do local.Sophia:- Esse lugar é enorme, poderia ter uma plantação ali-Apontou com o dedo o local- ali poderia ter um estábulo e mais à frente uma criação de vacas- Ela continuou falando, Luiz ouvia com atenção, depois de um tempo ela se deu conta do que estava fazendo, estavam parados há alguns minutos.Sophia:- Me desculpe, deixei a imaginação voar.Luiz:- Gostei de ouvir suas ideias, vou pensar em todas elas- Ele queria agradar Sophia, sabia que para faze
Luiz chegou a boate, ainda não era hora de expediente, então tudo estava tranquilo, queria resolver logo os problemas para voltar para Sophia.As mulheres da boate o cobiçavam, já havia dormido com algumas delas, Luiz ao contrário dos irmãos desenvolveu DSH (Desejo Sexual Hiperativo) devido aos abusos que passou na infância, agora estava em tratamento, se sentia muito mais controlado.Luiz passou por elas sem nem mesmo olhar para os lados, só uma mulher interessava agora e era Sophia, em sua sala encontrou mãe e filha, as duas choravam abraçadas.Luiz sentou em sua cadeira, pediu que trouxessem água, para que as mulheres se acalmassem.Elas se acalmaram um pouco, mas olhavam para ele assustadas, a menina parecia ser menor de idade, mas estava com uma maquiagem pesada e roupas curtas, Luiz jogou seu paleto para ela, que o vestiu sem fazer perguntas, se sentia exposta.Luiz:- Quantos anos tem sua filha senhora?Amira:- Tem dezessete anos-Luiz passou a mão pelo rosto visivelmente nervoso
Luiz se olhou quando saiu da sala, havia sangue em suas roupas, tomou banho no escritório e vestiu a muda de roupas limpas que sempre deixava lá para uma eventualidade.Dirigiu para casa sorridente, se sentia em paz, um canalha a menos no mundo, olhou o relógio, já estava a três horas fora de casa, acelerou o automóvel, queria chegar logo.Luiz deixou o carro na garagem externa, era reservada a visitantes, por não ficar muito perto da casa, quando se aproximou viu um dos soldados em sua porta, caminhou com passos pesados, já bastante irritado, suas ordens ha iam sido claras que ninguém entrava na casa.Luiz:- O que esta fazendo na minha porta?O homem se virou com os olhos arregalados.Marcel:- Senhor, eu estava apenas verificando se a senhorita estava bem.Luiz:- Ela chamou você? Ou você ouviu algo que justificasse sua preocupação?Marcel:- Não senhor, mas eu penseiLuiz:- Ninguém te pediu para pensar, só mandei ficar longe da casa-A porta se abriu, Sophia Olhou pela porta entre aber
Assistiram a quatro episódios de pica-p@u, Sophia adormeceu no sofá, Luiz afastou os cabelos dela com cuidado, o rosto bonito relaxado, fez Luiz sorrir, sua boca era pequena e carnuda, ele olhava cada detalhe, os traços bem desenhados, o nariz atrevido e delicado, grandes cílios, era uma beleza de tirar o folego, Luiz passou a ponta do dedo na boca dela, estava hipnotizado, os cílios dela tremularam e Luiz retirou a mão, Sophia se espreguiçou um pouco e abriu os olhos.Sophia:- Acho que vou para cama-Luiz se levantou e desligou a Tv, acompanhou Sophia até a porta do quarto, ela estava seria, Luiz achou estranho, quase não teve tempo de dar boa noite, colocou a mão na porta parando SophiaLuiz:- Você está bem?Sophia pensou que não tinha o direito de reclamar, nem mesmo sabia porque estava incomodada.Sophia:-Nada, acho que só fiquei um pouco assustada aquela hora, amanhã estarei melhor.Luiz:- Fiz alguma coisa errada SophiaSophia:- Não, claro que não, obrigada por hoje Luiz-Ele sorri