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A casa de Luna estava envolta em um silêncio profundo, um silêncio que parecia pesar mais à medida que a noite avançava. As sombras dançavam nas paredes, alimentadas pelas chamas da lareira. Emma, Sophia e Luna estavam ali, sentadas em uma mesa grande, com um ambiente tenso que só aumentava a sensação de que algo grande estava prestes a acontecer. Cada uma delas sentia a ansiedade no ar, mas ninguém sabia o que exatamente esperar.

Henrique, com seu semblante grave e os olhos penetrantes, estava sentado em frente ao antigo manuscrito, o mesmo livro que ele tinha mantido guardado por tanto tempo. Ele parecia como um homem à beira de uma revelação — e sua presença era a prova de que ele estava ciente do peso de suas palavras.

“Eu sei que vocês têm muitas perguntas”, Henrique começou, a voz grave e cheia de uma autoridade que se fazia sentir em cada palavra. Ele olhou diretamente para Emma, que sentia a tensão crescer em seu peito. “Mas antes de mais nada, preciso que saibam que não há co
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